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Rubens Figueiredo e Marcelo Ferroni vencem o Prêmio São Paulo de Literatura

A edição 2011 do Prêmio São Paulo de Literatura anunciou na noite de ontem, 1º de agosto, os seus vencedores. A já tradicional festa no Museu da Língua Portuguesa fechou com chave de ouro o maior prêmio brasileiro de literatura em língua portuguesa: o vencedor de cada categoria leva R$ 200 mil, além do troféu, é claro.
Em seu rápido discurso – outra exemplar tradição da festa do prêmio – o secretário da cultura, Andrea Matarazzo, garantiu a continuidade do prêmio, que se iniciou na gestão de seu antecessor, e do Festival da Mantiqueira, que no próximo ano chegará à sua quinta edição. Além de ter anunciado o objetivo de ampliar de 70 para 100 os municípios visitados pela Viagem Literária – programa da secretaria que leva autores a bibliotecas espalhadas pelo estado de São Paulo.
Esta quarta edição do prêmio teve 221 romances inscritos, sendo 117 de autores estreantes e 104 dos veteranos. Quem levou a bolada na categoria Melhor livro do ano – autor estreante foi Marcelo Ferroni, com Método prático da guerrilha (Companhia das Letras, 232 pp., R$ 41). Na categoria Melhor livro do ano, levou o prêmio Rubens Figueiredo, por Passageiro do fim do dia, também da Companhia das Letras (200 pp., R$ 40).
Marcelo Ferroni é paulistano e mora no Rio, onde é editor da Alfaguara, selo da editora Objetiva. Rubens Figueiredo é carioca e também mora no Rio, onde trabalha à noite como professor de escola pública e durante o dia se dedica à tradução. Perguntado se diminuiria o ritmo do trabalho com tradução ou as aulas, foi categórico: “Não. Isso é a minha profissão. Eu sou tradutor. E também professor de escola pública. Escrevo nas horas vagas.” Muito tímido com o assédio dos jornalistas, Rubens interrompeu a entrevista pra atender seu enteado ao telefone. Voltou contando: “Perguntei pra ele o que falar pra vocês, porque eu tava sem saber, e ele respondeu: ‘Pô, cara… É complicado!’ Ele disse tudo o que eu queria dizer.”
Já Marcelo Ferroni estava mais à vontade com a mídia, e perguntado sobre a sua expectativa antes do prêmio, disse: “Como editor sempre tenho autores participando de prêmios e procuro tranquilizá-los sobre as expectativas, porque é sempre muito imprevisível.”
Ambos foram muito familiares no seu rápido discurso. Marcelo lembrou que 10 dias antes do nascimento do seu primeiro filho, Antônio, terminou o livro. E agora, cerca de 10 dias (previsão) antes do nascimento do segundo filho, Pedro, recebia o prêmio. Rubens Figueiredo homenageou a mãe, falecida há um ano, e dedicou o livro à esposa. E sentenciou: “A literatura é capaz de dizer coisas, sim.”
O júri desta última fase foi composto por Ignácio de Loyola Brandão, Alexandre Martins Fontes, Ruy Altenfelder, Regina Dalcastagnè e Francisco Foot Hardman.

Aqui você pode conferir a lista dos 10 finalistas.

Fonte: Publishnews

 

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