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Royal Briar em matéria “Para conhecer outra Fortaleza” no Diário do Nordeste

 

Fortaleza é a loira desposada do Sol, de acordo com o poeta Paula Nei. Mas pode ser também a selva de pedra da Avenida Beira-Mar de hoje ou o matagal praticamente intocado do Cocó, dos fim dos anos 1800. Ou mesmo o Jacarecanga e o Benfica dos palacetes, reduto das elites na primeira metade do século XX.

Para se deliciar com as paisagens de outrora e as descrições de uma Fortaleza que ainda existe, com seus indícios aqui e ali, indico quatro obras que descrevem essa cidade e suas peculiaridades. Duas delas são de autores reconhecidos nacionalmente. As outras duas são de cearenses ainda não tão divulgados fora daqui, mas igualmente com textos que nos fazem viajar no tempo. Vamos às dicas:

 

Royal Briar – A Fortaleza dos anos 1940- Marciano Lopes

Com várias imagens de Fortaleza nesse período, o memorialista Marciano Lopes escreve suas lembranças dessa década, que coincide com a época em que ele veio morar na cidade, ainda criança. Ao todo, são 26 capítulos ilustrados com as fotos de seu rico acervo, que mostram uma cidade que se perdeu e só mesmo observando bem é que a gente encontra vestígios.

Essas são algumas das imagens:

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Um dos blocos do irreverente carnaval  de Fortaleza em que os homens se vestiam de mulher, ridicularizando as moças da sociedade que namoraram os soldados americanos que serviram na Segunda Guerra.

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Castelo do Plácido – demolido nos anos 1970, para a construção de um supermercado, nunca concluído. No terreno foi construída a Ceart, na Av. Santos Dumont.

Esse é o livro:

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Editora: Armazém da Cultura

2012

Preço médio: R$ 30

Sopa de Livros / Diário do Nordeste

Publicado em 28/10/2014 – 15:37 por

 

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