Um certo contato com a lua – Poesia e vida de Antonio Girão Barroso

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Dados do Livro

  • Editora: Armazém da Cultura
  • Autor: Oswald Barroso - organizador
  • Ano da Edição: 2014
  • Edição: 1
  • Por: 40,00

Postado por Armazém da Cultura
  • Dados Técnicos

    • ISBN: 978-85-8492-002-0
    • Páginas: 400

  • Sinopse

Toda editora que se preza revisita o passado de valores da literatura que, de alguma forma, esquecidos no tempo, estão fora do alcance dos leitores. Não por falta de aviso, pois escritores e professores da Academia referendam o poeta Antônio Girão Barroso, entre eles Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade. Agora então, ressurge Girão Barroso, na obra Um certo contato com a lua – Antonio Girão Barroso - Poesia e vida, publicada pela editora Armazém da Cultura, contendo na íntegra o livro Poesias Incompletas sob a coordenação de Oswald Barroso. Na nova edição, de título instigante, o organizador busca inspiração no poeta pai, que, entre amigos literatos, dia e noite, poetizava sentimentos e vidas nas ruas da pacata cidade de Fortaleza. Com um certo cuidado, era a mãe da família Girão Barroso que pedia ao filho criança, Oswald, para acompanhar o pai em suas andanças. Antônio Girão, é certo, não vivia sem esse contato com a lua, talvez precisasse dela para inspirá-lo nas poucas delicadas e preciosas poesias que escreveu ao longo de sua vida. Homem apaixonante e apaixonado, Antônio Girão escreve em Mar Alto e Tristes madrugadas, respectivamente: Velejai meu barco no mar alto/da Vida/Velejai que eu quero partir/Antes que a noite desça/E a tarde mansa/Desapareça...; Tristes madrugadas da minha rua/Sem alegria, despovoadas./Ai quem me dera/Afastar-vos todas./Não mais vos quero, tristes madrugadas/Assim despovoadas.../. Antônio Girão Barroso alimentava uma certa incompletude humana e assim deixou uma obra em aberto que o leitor hoje terá o prazer de ler e, ao mesmo tempo, poderá dar asas à imaginação do quanto um dia poderia ter escrito antes de se ter ido, pois inspiração e transpiração é que não lhe faltavam: “Quando eu me for uma voz pedirá: silêncio!”.

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