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Portugal: Grandes editoras apostam na internacionalização

As principais editoras nacionais estão a apostar cada vez mais na internacionalização para fazer face à actual crise económica. Tanto a Porto Editora, maior editora do mercado, como a Leya – que juntas representam 40% do mercado nacional, avaliado em 350 milhões de euros, de acordo com um estudo da DBK publicado este ano -, estão hoje, mais do que nunca, determinadas a marcar presença no mercado externo.

“A África lusófona, sobretudo Angola e Moçambique, e Timor-Leste, são os espaços privilegiados de internacionalização do Grupo Porto Editora (GPE)”, explica o presidente executivo, Vasco Teixeira. “O trabalho que desenvolvemos nesses países, com os governos, as escolas e os professores, é de particular relevância e contribui sobremaneira para reforçar os nossos laços culturais e económicos”, adianta o gestor do grupo que, recentemente, adquiriu o universo Bertrand e Círculo de Leitores e que conta hoje com 15 chancelas, cerca de 50 pontos de venda e que está presente em quatro países. No total, conta com 1.400 colaboradores.

Seguindo a mesma tendência de internacionalização, a Leya, grupo criado em 2008 por Miguel Pais do Amaral, tem actualmente 17 chancelas no mercado. Apesar de não revelarem detalhes dos seus planos de internacionalização, é público que este grupo, que já emprega 500 pessoas, está em Angola, no Brasil e em Moçambique.

Fonte: Blog do Galeno

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