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Livro: a memória viva da história

Na história da humanidade, livros já foram queimados e homens perseguidos. Mas não foi só isso. Guerras em nome da paz dividiram espaço com heróis e mártires apaixonados por grandes causas e que por elas dedicaram suas vidas. O mundo passou por transformações. Homens fizeram história, como o rei Salomão (reinou de 1009 a 922 a.C.), respeitado por sua grande sabedoria. Pensadores como Platão, Sócrates e muitos outros permanecem vivos até os dias de hoje.

Gênios como Leonardo da Vinci e Michelangelo abrilhantaram o Renascentismo com suas presenças, e Einstein, o cientista mais importante do século passado, descobriu a Teoria da Relatividade. O muro de Berlim caiu, a China transformou-se no gigante Asiático e o sonho de Martin Luther King se realizou através de Barack Obama, o primeiro presidente negro da história dos Estados Unidos. Todos estes acontecimentos marcaram a história e mantêm-se vivos através dos livros que, geração após geração, exercem o papel de mensageiros e multiplicadores do conhecimento. Acontecimentos que, se dependessem apenas da memória humana, certamente teriam caído no esquecimento e ficado em algum lugar na linha do tempo.

Hoje os tempos são outros e o mundo vive outros tipos e conflitos e revoluções. A tecnologia chegou e o homem moderno se pergunta se é possível sobreviver sem ela. E, este mesmo homem, totalmente informatizado, também se pergunta quanto tempo mais os livros, aqueles que um dia foram queimados e que registraram os mais importantes avanços da humanidade, resistirão às tentações da modernidade. Previsões não faltam decretando o fim do livro impresso e o domínio dos e-books. O Kindle, desde o seu lançamento, já vendeu mais de 1 milhão de aparelhos, mas ainda assim nada poderá convencer os verdadeiros leitores por prazer sobre o fim do livro impresso. Como disse o professor e educador José Luiz Goldfarb em nossa edição de nº 31, “nada supera a sensação de folhear as páginas de um livro. Os livros impressos não precisam de energia ou sinal, são companheiros e, não importa o lugar do mundo, eles estarão sempre por perto”.

Já, o cineasta Steven Spielberg defende que a leitura de um grande livro é muito mais rica que assistir a um grande filme. Bill Gates, o criador da Microsoft, encerra o assunto afirmando que seus filhos terão computadores mas, antes, terão livros. Terão também a liberdade, já que o livro nos conduz à mais fantástica viagem permitida ao homem, a viagem ao mundo do conhecimento.

Serão livres também todos aqueles que entenderem que o livro nos liberta da ignorância e nos leva a lugares e experiências inimagináveis. Livre o homem que conhece a sua história. E o livro estará sempre por aqui para contá-la.

Fonte: Blog do Galeno

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