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La Central abrirá em Madrid uma livraria de 1.200 metros quadrados

A nova livraria a ser aberta , em Madri,  do grupo catalão La central disponibizará um acervo de 70 mil volumes. Como serão as livrarias nesses tempos de crise econômica , livros digitais , leitores eletrônicos e agentes globais como Apple , Amazon e Google?

“Os livreiros clássicos têm pouco espaço no campo das vendade livros  digitais frente aos monstros globais; então nos cabe a dimensão física, a livraria como um lugar onde se encontram pessoas reais com objetos concretos e em momentos específicos”,  expõe Antonio Ramírez, fundador, junto com Marta Ramoneda, da La Central, cuja primeira loja abriu en 1996, na rua  de Mallorca de Barcelona. “Buscaremos construir um lugar  em que seja um prazer comprar  livros, em um espaço físico que a gente encontre algo mais que não imaginava: um livro que leva a outro, um objeto inesperado… Buscaremos vender mais um momento, uma experiência, algo mais que um livro propiamente dito”, argumenta Ramírez. Ele especifica que tipo de complementos: “Tudo aquilo  que uma pessoa que aprecie o objeto livro possa  estimar como  objetos similares: jogos inteligentes, de madeira, outros de tipos Moleskine [em referência aos  famosos livretos], etc”. A outra ponta de sustentação será o restaurante que ocupará 200 metros quadrados na  entrada do prédio. ” teremos que criar fluxo de gente”, complementa ele.

O livro como produto clássico,  Ramirez fixa em 75 mil volumes que serão ofertados no salão de cima, 50 mil títulos multilingues. A existência no interior de una cripta reforçará  a singularidade do espaço. Não creio que vamos prejudicar os livreiros independentes , ao contrário, será um determinado tipo de oferta que acabará criando demanda para os livreiros, pois estamos criando um corredor, uma rota com outras livrarias, como em Barcelona.

Fonte El Pais

Tradução ADummar

 

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