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Jovem lê sim e redes sociais ajudam a aproveitar melhor a aula

Essas duas questões foram levantadas em matérias publicadas neste fim de semana pela Veja, Revista O Globo e New York Times

Ler obras juvenis ou best-sellers é apenas o começou de uma longa e produtiva convivência com os livros. Isso é o que defende a revista Veja na reportagem de capa da edição que está nas bancas e que ficará disponível on-line na próxima sexta-feira. A ideia de que o fenômeno Harry Potter teria resultados nulos, ou seja, não levaria os jovens leitores a se aventurarem por outras leituras que não fossem as relacionadas ao bruxinho, encampada por críticos como Harold Bloom, não se concretizou e hoje os antigos leitores de J. K. Rowling já lêem Jane Austen, Oscar Wilde, George Orwell e Rubem Fonseca e se reúnem em clubes de leituras. Outras duas matérias publicadas nesse fim de semana, na Revista O Globo (assinantes) e no New York Times (em inglês), não dizem respeito diretamente à literatura, mas discutem o uso de computadores e redes sociais durante as aulas. O jornal americano conta que o resultado tem sido excelente, com alunos que antes não conseguiam levantar o braço para fazer uma pergunta falando pelos cotovelos, no bom sentido, pelo Twitter durante as aulas – sobre o tema em discussão, claro. Em algumas escolas cariocas o computador já pode entrar em sala de aula, mas os educadores ainda são reticentes quanto ao efeito disso.

Fonte: Publishnews

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