<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Armazém da Cultura</title>
	<atom:link href="http://armazemcultura.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://armazemcultura.com.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 21:46:28 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>A ficção que sente vergonha</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/05/a-ficcao-que-sente-vergonha/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/05/a-ficcao-que-sente-vergonha/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 21:46:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5769</guid>
		<description><![CDATA[Por José Castello &#124; Para o Valor, de Curitiba &#160; Os críticos literários não suportam a ideia de que a crítica literária é, ela também, um tipo (ainda que envergonhado) de ficção. A hipótese os horroriza, pois desmorona a torre &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/05/a-ficcao-que-sente-vergonha/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>José Castello | Para o Valor, de Curitiba</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<p>Os críticos literários não suportam a ideia de que a crítica literária é, ela também, um tipo (ainda que envergonhado) de ficção. A hipótese os horroriza, pois desmorona a torre de conceitos e preconceitos desde a qual eles observam, com a postura de metódicos cientistas, a produção literária. Afasta-os das garantias de verdade que eles supõem inerentes ao trabalho crítico. Esfacela suas armaduras e os expõe.</p>
<p>A crítica trabalha, ela também, com a ilusão de verdade. Arcabouços teóricos, tradições analíticas, protocolos de leitura, nenhuma dessas couraças garante, contudo, a presença da verdade. Todo crítico é, antes de tudo, um leitor comum. Por mais que lute contra isso, nenhum crítico consegue calar o leitor comum que traz dentro de si. Uma grande diversidade de aspectos subjetivos entra, sempre, em jogo em sua atividade. A crítica &#8211; mesmo a mais &#8220;pura&#8221; delas &#8211; está impregnada de memória, de superstições mentais, de devaneios e imaginação. Também ela deriva da fantasia e, em consequência, se aproxima (&#8220;é&#8221;) da ficção.</p>
<p>Juan José Saer, o grande escritor argentino, observou certa vez que a ilusão da não-ficção se tornou, em nossos tempos, o gênero da moda. O rechaço da ficção seria, nesse caso, uma garantia de verdade. Vivemos no século da ciência e da tecnologia &#8211; logo, no século da verdade. Mas será? Como desprezar a ficção se somos sujeitos de sonho e de fantasia? Se estamos, desde a mais remota infância, aprisionados às lendas íntimas da imaginação? Se, apesar de nossos esforços sinceros, continuamos prisioneiros de nossa subjetividade &#8211; que é sempre limitada, nublada e parcial? &#8220;A superioridade da verdade sobre a ficção é apenas uma fantasia moral&#8221;, escreveu Saer. A ficção não descarta a verdade objetiva, apenas enfatiza sua turbulência e complexidade. A ficção não mata a verdade, em vez disso, a expande.</p>
<p>A razão crítica surge amarrada, ela também, à ficção. Recordo aqui um pensamento do escritor húngaro Imre Kertész: &#8220;Quanto mais argumentos apoiam a minha razão, tanto mais longe fico da verdade, porque participo de um jogo de linguagem cujos componentes são todos falsos, me encontro num sistema de ideias que deturpa tudo&#8221;. Kertész conhece, muito bem, os aspectos utilitários da noção de verdade. Diz mais: &#8220;Se esse sistema de ideias cria uma realidade, a minha realidade dentro dele só pode ser uma realidade instrumental&#8221;. Na leitura de uma ficção, uma grande parte da verdade nos escapa. O mais dramático: ela escapa, da mesma maneira, a seu autor. Essas zonas de sombra são, a rigor, o que chamamos de ficção. Só temos acesso ao indizível através do recurso da fantasia.</p>
<p>A crítica, porém, parte do pressuposto de que o autor é senhor de seu texto. Acredita, ainda, que, feito de segredos, jogos e armadilhas, o texto &#8211; como em uma escavação arqueológica -, se oferece à sua decifração. Mas é o contrário! Quando lê um livro, um crítico &#8211; como qualquer leitor comum &#8211; é, mais, objeto da interpretação do que sujeito da interpretação. É como no consultório do psicanalista. Supomos, em geral, que, durante a leitura, o livro se deita no divã (e se oferece para interpretação e decifração do leitor), enquanto o leitor se acomoda na cadeira do analista. Ocorre, porém, o contrário. Quem ocupa a cadeira do psicanalista -quem lê, interpreta e provoca -é o livro. Quem se deita no divã e &#8220;sofre&#8221; do que lê é o leitor.</p>
<p>Parte majoritária da crítica se aferra a um modelo clássico, que vê a literatura, apenas, como um objeto de estudos. Enquanto isso, ela esconde e renega os impactos que a leitura provoca no espírito de quem lê, afetando assim, diretamente, a leitura que será capaz de fazer. Os críticos desprezam o modo como a literatura os atinge, os desloca e os transtorna. Mas todo crítico, mais que o algoz, é uma vítima do que lê.</p>
<p>Diante de um livro, o crítico deveria seguir a sabia lição formulada por Ernesto Sabato: &#8220;Se ele se glorifica, eu o rebaixo; se ele se rebaixa, eu o glorifico; e o contradigo sempre, até que ele compreenda que é um monstro incompreensível&#8221;. Contudo, admitir que a leitura é uma atividade inesgotável e impossível é, ao mesmo tempo, admitir que ela o atinge e o atravessa. Um dia, como o Gregor Samsa, de Franz Kafka, o leitor acorda transformado no que não é- ou, pelo menos, no que costumava ser. Eis o efeito da leitura: atravessar o peito de quem lê, seja o leitor autorizado, seja o leitor comum. A mesma faca que fere é a faca que cura. Cada um faz com ela o que pode.</p>
<p>Quando tinha 19 anos, adoeci depois de ler, pela primeira vez, &#8220;A Paixão Segundo G. H.&#8221; de Clarice Lispector. Chamado por minha avó, um médico de cabelos brancos diagnosticou: &#8220;A senhora não se preocupe, é só uma paixonite&#8221;. Foi a primeira grande crítica literária que ouvi &#8211; proferida não por um literato, mas por um clínico geral. Ele soube entender que eu sofria de uma paixão. Que um livro me derrubara. E que só a digestão do próprio livro me curaria. Tanto que prescreveu apenas tempo e paciência. De fato, com o passar dos dias voltei a mim. Mas, então, eu já era um outro: a leitura de &#8220;G. H.&#8221;, para o melhor e para o pior, me transformou. Eu era Gregor Samsa, agora incapaz de ler a mim mesmo.</p>
<p>Volto a Saer, para quem a ficção não é uma negação da realidade, mas uma conexão extrema entre a realidade e a imaginação. A mesma conexão fundamenta o trabalho da crítica. A realidade &#8211; as convenções, as tradições, as normas &#8211; se expressa no arcabouço teórico que o crítico manipula. Mas nenhum crítico, nem o mais austero, &#8220;sai de si&#8221; quando se critica um livro. Ao contrário: a leitura o lança para dentro de si mesmo. O livro, como &#8220;uma faca só lâmina&#8221; &#8211; para pensar em João Cabral &#8211; o atinge e fere. Toda ficção, de alguma forma, nos adoece, isto é, faz nosso corpo sangrar. Diz Saer: &#8220;A ficção não põe em dúvida a verdade, ao contrário, ela realça seu caráter complexo&#8221;. A ficção deixa profundas feridas no leitor &#8211; mesmo no mais bem equipado deles.</p>
<p>Dizia Clarice Lispector que a ficção não é feita de respostas, mas de perguntas. Quando lemos um livro, essas perguntas se multiplicam e nos ferem. Por mais que lutemos, não conseguimos respondê-las &#8211; tanto que lemos, quase sempre, em silêncio. As respostas que esboçamos se transformam em novas perguntas. A grande ficção, em vez de nos apaziguar, nos atordoa. Que outra coisa é o trabalho crítico senão a arte de formular novas perguntas a partir das perguntas primeiras propostas pela ficção? A matéria da literatura não é a verdade, mas algo que a ultrapassa: o enigma. Um enigma não pode ser decifrado, pode apenas ser rondado. Todo crítico, mesmo o mais austero deles, dança em torno de seu enigma. Essa dança é a crítica. Imersa na fantasia e na invenção, a crítica literária não passa, no fim das contas, de um desdobramento da ficção.</p>
<p>Ainda que não escreva na primeira pessoa; ainda que não diga uma só palavra a seu próprio respeito; ainda que lute para se conservar objetivo e imparcial, o crítico será sempre um prisioneiro da ficção que tem diante de si. Ela o transpassa, o deforma e reelabora seus pensamentos. Ela o afeta e altera sua maneira de ler. Mesmo a mais ortodoxa crítica literária é, sim, uma forma &#8211; ainda que discreta e envergonhada &#8211; de ficção.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/05/a-ficcao-que-sente-vergonha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>40 obras inabilitadas para o Prêmio São Paulo</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/05/40-obras-inabilitadas-para-o-premio-sao-paulo/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/05/40-obras-inabilitadas-para-o-premio-sao-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5767</guid>
		<description><![CDATA[O Prêmio São Paulo de Literatura recebeu 228 inscrições para sua edição deste ano, sendo que 188 estão confirmadas e 40 estão inabilitadas, conforme a lista divulgada no Diário Oficial no dia 15, terça-feira &#8211; ela pode ser conferida neste &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/05/40-obras-inabilitadas-para-o-premio-sao-paulo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">O Prêmio São Paulo de Literatura recebeu 228 inscrições para sua edição deste ano, sendo que 188 estão confirmadas e 40 estão inabilitadas, conforme a lista divulgada no Diário Oficial no dia 15, terça-feira &#8211; ela pode ser conferida <a href="http://dual-pem-4.dualtec.com.br/link.php?M=5004873&amp;N=6506&amp;L=22461&amp;F=H" target="_blank">neste link</a>. A assessoria de imprensa da Secretaria de Estado<br />
da Cultura do governo paulista informou que, no caso de inscrições inabilitadas por falta de documentos ou erro no preenchimento da ficha de inscrição – caso da maioria –, o prazo para enviar recurso termina hoje. No caso de outros problemas, como livros que não se encaixam no gênero romance, o prazo para recurso é até o dia 21, segunda-feira. Entre as inscrições inabilitadas estão as de obras como <em>Dois rios </em>(Record), de Tatiana Salem Levy, escritora que em 2008 ganhou o São Paulo de Literatura como autora estreante, e <em>Infâmia</em>, da consagrada Ana Maria Machado (Alfaguara/Objetiva)</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">fonte: Publishnews</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/05/40-obras-inabilitadas-para-o-premio-sao-paulo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma obra de referência / Acordo ortográfico</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/05/uma-obra-de-referencia-acordo-ortografico/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/05/uma-obra-de-referencia-acordo-ortografico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 19:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Armazém na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5739</guid>
		<description><![CDATA[O primeiro passo foi dado em 2009, com o lançamento do livro &#8220;Acordo Ortográfico da língua portuguesa&#8221;. Pouco depois, os autores Frei Hermínio Bezerra e Zacharias Bezerra lançaram-se em outro desafio, com mesma temática e complexidade semelhante. O resultado é &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/05/uma-obra-de-referencia-acordo-ortografico/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro passo foi dado em 2009, com o lançamento do livro &#8220;Acordo Ortográfico da língua portuguesa&#8221;. Pouco depois, os autores Frei Hermínio Bezerra e Zacharias Bezerra lançaram-se em outro desafio, com mesma temática e complexidade semelhante. O resultado é a obra &#8220;Acordo ortográfico &#8211; Vocabulário das palavras modificadas&#8221;, que chega às prateleiras amanhã, no lançamento que acontece na Livraria Cultura.</p>
<p>Cearense, há seis anos Frei Hermínio vive em Roma, Itália. Lá, é tradutor e secretário da língua portuguesa na Cúria Geral dos Capuchinhos, e autor da coluna semanal &#8220;Palavras, lógica e sentidos&#8221;, publicada às segundas-feiras, no Caderno 3 do Diário do Nordeste e voltada à análise etimológica de palavras do português &#8211; sobretudo, das oriundas do grego e do latim.</p>
<p>Junto com o irmão Zacharias, Frei Hermínio dedicou boa parte dos últimos anos ao trabalho de pesquisa sobre o acordo ortográfico que unifica a língua portuguesa no mundo, nos oito países membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) &#8211; Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.</p>
<p>&#8220;O primeiro livro traz as 21 bases do acordo explicadas, além de numerosos exemplos e exercícios práticos elaborados por Zacharias. Mas, quando lançamos, não demorou até que leitores sugerissem outro trabalho, dessa vez focado nas palavras modificadas em vez das regras&#8221;, recorda o Frei.</p>
<p>&#8220;Pensei que seria mais fácil, mas, no final, demorou dois anos. Precisei ler o Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp) inteiro, com mais de 800 páginas&#8221;, explica o autor.</p>
<p><strong>Conteúdo<br />
</strong><br />
Assim, &#8220;Acordo ortográfico&#8221; traz uma lista com centenas de palavras alteradas segundo as novas regras (que tomam 45 páginas do livro), além do prefácio, da introdução e de um artigo com breve histórico da ortografia portuguesa, com a trajetória das diferentes intervenções e acordos a ela relacionados. Destaque-se ainda um quadro sinótico com as 21 bases do acordo, acompanhadas de breves explicações e exemplo &#8211; inclusive, de pontos obscuros do acordo.</p>
<p>&#8220;Elaboramos um folder com esse quadro, que pretendemos distribuir. É mais fácil de carregar e consultar&#8221;, ressalta Frei Hermínio. Há destaque, por exemplo, para a eliminação de acentos, palavras de dupla grafia e a hifenização &#8211; considerada pelo frei como uma das partes mais confusas e complexas do acordo ortográfico.</p>
<p>&#8220;Há três bases apenas sobre o uso do hífen, algumas com regras que não seguem lógica alguma&#8221;, critica o tradutor.</p>
<p><strong>Minucioso<br />
</strong><br />
À Zacharias, professor de língua portuguesa, tradutor e mestre em Comunicação Social, coube a revisão do material enviado gradativamente pelo irmão, pela internet.</p>
<p>Ao todo, foram seis revisões, além daquelas realizadas pela editora &#8211; que é cearense &#8211; com a contribuição de dois revisores (Vessillo Monte e Kelsen Bravos). &#8220;O trabalho da Armazém da Cultura foi minucioso, durou quase um ano. Entregamos o livro a eles em maio do ano passado&#8221;, destaca o professor.</p>
<p>Já Frei Hermínio destaca o trabalho de diagramação, que conferiu ao livro um layout limpo, leve e, mais importante, eficiente na organização do conteúdo.</p>
<p>&#8220;O leitor localiza facilmente as informações de seu interesse. Em algumas páginas, há ainda dicas com curiosidades sobre vocábulos&#8221;, ressalta. A orelha de &#8220;Acordo Ortográfico&#8221; ficou a cargo do professor Deonísio da Silva, etimólogo e membro da Academia Brasileira de Filologia, segundo o qual o acordo ainda está &#8220;sujeito a chuvas e trovoadas. Suas imperfeições e contradições são muitas. Mas deve ser cumprido! E para isso é preciso conhecê-lo&#8221;, enfatiza.</p>
<p>Nesse sentido, o professor revela ter impressão de que ´prefacia um best-seller&#8221;. De fato, o livro revela-se bastante útil não somente para profissionais que lidam com a palavra, mas para estudantes, candidatos a concursos e qualquer pessoa interessada em ter uma fonte de consulta sobre as principais mudanças promovidas pelo acordo.</p>
<p>&#8220;Nesse momento, no Brasil, ainda estamos em fase de transição, mas a partir de janeiro de 2013 o acordo passa a vigorar&#8221;, frisa Zacharias. Depois do lançamento em Fortaleza, acontece outro em Brasília, no dia 22 de maio. Na Capital, &#8220;Acordo Ortográfico&#8221; também pode ser adquirido no Convento dos Capuchinhos, no Centro, na Av. Duque de Caxias, 235, no Centro.</p>
<p><strong>Autores<br />
</strong><br />
Frei Hermínio Bezerra de Oliveira nasceu em 1945, em Quiterianópolis, Centro-Oeste do Ceará. Concluiu os primeiros estudos em Crateús e o ginásio no Convento dos Capuchinhos, em Messejana (Fortaleza). Cursou Filosofia no Convento dos Capuchinhos em Guaramiranga e na Universidade Estadual do Ceará, Teologia na Universidade Católica de Salvador e Psicologia na Universidade Federal da Bahia. Foi professor do Seminário da Prainha, em Fortaleza, e do Seminário da Arquidiocese de Teresina (PI).</p>
<p>Concluiu mestrado em Psicologia na Universidade Católica de Lovaina, Bélgica. É colunista do jornal Diário do nordeste desde 2005, onde já publicou mais de 3 mil palavras analisadas.</p>
<p>Zacharias Bezerra de Oliveira nasceu quatro anos depois, em 1949. Em Brasília (DF), cursou desde o então chamado ginásio até a graduação em Comunicação, com habilitação em jornalismo (UnB). Cursou mestrado em desenvolvimento e Meio Ambiente na Universidade Federal do Ceará (UFC). Foi repórter e assessor de comunicação em diferentes empresas e órgãos. É professor, tradutor e funcionário aposentado do Ministério das Relações Exteriores.</p>
<p>Fonte DN</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/05/uma-obra-de-referencia-acordo-ortografico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gol de letra</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/05/gol-de-letra/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/05/gol-de-letra/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 May 2012 17:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5736</guid>
		<description><![CDATA[O ex-jogador Tufão, personagem de Murilo Benício na novela &#8216;Avenida Brasil&#8217;, descobre o prazer da leitura com Kafka, Flaubert e Freud Murilo Benício como Tufão em &#8216;Avenida Brasil&#8217; A conversa a seguir é coisa de novela. &#8220;Tá lendo o quê?&#8221; &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/05/gol-de-letra/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table id="main" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="100"></td>
<td width="400"><!--/noindex--><!--NOTICIA--><!--DATA:13/05/2012--><!--noindex-->O ex-jogador Tufão, personagem de Murilo Benício na novela &#8216;Avenida Brasil&#8217;,<br />
descobre o prazer da leitura com Kafka, Flaubert e Freud</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"></td>
<td></td>
<td rowspan="3"></td>
</tr>
<tr>
<td><img class="colorbox-5736"  src="http://f.i.uol.com.br/fotografia/2012/05/12/147319-400x215-1.jpeg" alt="Murilo Benício como Tufão em 'Avenida Brasil'" border="0" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Murilo Benício como Tufão em &#8216;Avenida Brasil&#8217;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A conversa a seguir é coisa de novela. &#8220;Tá lendo o quê?&#8221; &#8220;Um livro que a Nina<br />
me emprestou. Madame Bova&#8230; de Bovári.&#8221; &#8220;Qual é a dessa madame aí?&#8221; &#8220;Essa é louca. Sabe que ela trai o marido, mas não gosta do amante? Vai entender!&#8221;<br />
&#8220;Coisa de intelectual.&#8221;</p>
<p>Quem experimenta ler pela primeira vez o clássico &#8220;Madame Bovary&#8221;, de Gustave Flaubert, é o ex-jogador de futebol Tufão (Murilo Benício), de &#8220;Avenida Brasil&#8221;, no ar às 21h na Globo.</p>
<p>Na cama, antes de dormir, ele conversa sobre suas leituras com a mulher, a<br />
vigarista Carminha (Adriana Esteves).</p>
<p>&#8220;O sonho é a estrada real que leva ao inconveniente&#8221;, declamava ele, no<br />
capítulo da última terça, ao ler um trecho de &#8220;A Interpretação dos Sonhos&#8221;. Mas só o próprio Freud, ou &#8220;Fred&#8221;, como Tufão diz, pode explicar a licença poética de trocar o &#8220;inconsciente&#8221; do original por &#8220;inconveniente&#8221;.</p>
<p>A mansão de Tufão tem biblioteca, mas os livros eram apenas decorativos,<br />
todos ocos. Os reais chegaram pelas mãos de Nina (Débora Falabella), que busca vingança contra Carminha e, para atingir seu objetivo, trabalha como cozinheira da família.</p>
<p>Os livros são usados por ela para abrir os olhos do ex-jogador sobre o<br />
mau-caratismo da mulher, que o trai com o próprio cunhado.</p>
<p>&#8220;Ela usa a cultura e a culinária para seduzir as pessoas da casa. É uma<br />
inversão de valores. A criada tem mais cultura do que os patrões&#8221;, explica João<br />
Emanuel Carneiro, autor de &#8220;Avenida Brasil&#8221;.</p>
<p><strong>DE OLHOS BEM ABERTOS</strong></p>
<p>A leitura não é um hábito comumente retratado em novelas. Neste caso, porém, além de Flaubert e Freud, Tufão também ficou vidrado no livro &#8220;A Metamorfose&#8221;, de Franz Kafka.</p>
<p>É a literatura que desperta o personagem de Benício. &#8220;Tufão vai ficar mais<br />
sensível. Nina mostrou um novo mundo a ele, o que vai fazê-lo se apaixonar por ela. Mais do que isso eu não falo nem bêbado&#8221;, brinca Carneiro.</p>
<p>O autor criou relações entre as tramas dos livros e da novela, um artifício<br />
divertido que chamou a atenção dos pesquisadores.</p>
<p>&#8220;Estamos diante de uma metalinguagem, uma narrativa telenovelesca com<br />
referência a uma literária&#8221;, diz Mauro Alencar, doutor em teledramaturgia pela<br />
USP.</p>
<p>Para Nilson Xavier, autor de &#8220;Almanaque da Telenovela Brasileira&#8221;, a<br />
narrativa traz uma mensagem quase subliminar. &#8220;Espero que Nina dê o romance &#8216;O Conde de Monte Cristo&#8217;, de Alexandre Dumas, a Tufão, para lhe revelar sua vingança&#8221;, torce.</p>
<p>O autor adianta, porém, que o próximo exemplar da estante de Tufão será o<br />
clássico da literatura nacional &#8220;Memórias Póstumas de Brás Cubas&#8221;, de Machado de Assis.</p>
<p>Especialistas em literatura acreditam que as citações em &#8220;Avenida Brasil&#8221;<br />
podem atrair a atenção do público para obras canônicas.</p>
<p>&#8220;Não importa o meio, o importante é estimular o contato com essas obras. Quem sabe não pode estimular o nascimento de leitores ou até de escritores?&#8221;,<br />
pergunta Leyla Perrone-Moisés, professora de literatura francesa na USP.</p>
<p>Essa, porém, não é a intenção primordial de Carneiro. &#8220;Acho excelente que<br />
novela tenha um papel social, mas não sou engajado. O uso da literatura é uma<br />
questão da trama, e não um merchandising social&#8221;, explica.</p>
<p>Tércio Redondo, professor de literatura alemã da USP, diz que livros não são<br />
manuais de respostas simples e diretas. &#8220;A literatura abre os nossos olhos para<br />
o que a indústria cultural ignora.&#8221; Ao que tudo indica, eles já estão abrindo<br />
também os de Tufão.</p>
<p><em>Elisangela Roxo e Marco Rodrigo Almeida para a Folha de São Paulo</em></p>
<p>&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/05/gol-de-letra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Armazém lança livro sobre Acordo Ortográfico em Brasília</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/05/5728/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/05/5728/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 May 2012 21:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5728</guid>
		<description><![CDATA[Lançamento do Livro Acordo Ortográfico Data: Terça-Feira 22/05/2012 19:30A Fnac convida a todos para o Lançamento do Livro Acordo Ortográfico, Vocabulário das Palavras Modificadas, de Frei Hermínio Bezerra de Oliveira e Zacharias Bezerra de Oliveira. Considerado um vade-mécum por  Deonísio &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/05/5728/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h5>Lançamento do Livro Acordo Ortográfico</h5>
<div><img class="colorbox-5728"  src="http://www.fnac.com.br/Imagens/Eventos/10655_8.jpg" alt="Lançamento do Livro Acordo Ortográfico" /></div>
<div><strong>Data: Terça-Feira 22/05/2012 19:30</strong>A Fnac convida a todos para o Lançamento do Livro Acordo Ortográfico, Vocabulário das Palavras Modificadas, de Frei Hermínio Bezerra de Oliveira e Zacharias Bezerra de Oliveira. Considerado um vade-mécum por  Deonísio da Silva, escritor e doutor em Letras pela USP, o livro Acordo Ortográfico &#8211; vocabulário das palavras modificadas contém uma relação em ordem alfabética das palavras que sofreram alguma alteração na língua portuguesa,  a partir do Acordo assinado por oito países, em 2009, visando à sonhada unificação da língua. O livro mostra as dificuldades e pontos obscuros do Acordo que entrará em vigor, definitivamente no Brasil,  em 2013, como também palavras e expressões que não foram contempladas no Vocabulário Oficial da Língua Portuguesa (VOLP/2009).</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/05/5728/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Design de fontes entra na era digital</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/05/design-de-fontes-entra-na-era-digital/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/05/design-de-fontes-entra-na-era-digital/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 21:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5723</guid>
		<description><![CDATA[A arte de criar fontes mudou radicalmente com a chegada da tecnologia digital. Uma agitada rede de designers está modificando a maneira como pensamos e lidamos com as fontes em nosso dia a dia. Times New Roman, Arial ou Century &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/05/design-de-fontes-entra-na-era-digital/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A arte de criar fontes mudou radicalmente com a chegada da tecnologia digital. Uma agitada rede de designers está modificando a maneira como pensamos e lidamos com as fontes em nosso dia a dia.</p>
<div>
<p>Times New Roman, Arial ou Century Gothic são fontes que usamos diariamente no computador ou que vemos em revistas, livros ou placas de rua. Por trás dessas fontes, há uma movimentada rede de geeks que estão literalmente moldando a forma como pensamos e percebemos as letras.</p>
<p>Hoje, elementos gráficos têm muito mais responsabilidade do que tinham há 20 anos. Deles são esperados bons resultados e boas vendas, já que, com a revolução da internet, passaram da mídia impressa para a digital e hoje são usados em novas mídias, como mensagens de texto.E, com o aumento da demanda por imagens gráficas, surgiu a grande fascinação pelas letras.</p>
<p>&#8220;Os jovens de hoje conviveram com telas de computador sua vida toda. Então, para eles, muitas vezes é uma surpresa saber que podemos escrever maravilhosamente à mão&#8221;, diz Jan Middendorp, designer gráfico, editor e especialista em fontes. &#8220;Com as pessoas redescobrindo essa habilidade, talvez elas também descubram as fontes.&#8221;</p>
<p><strong>Muito além do A a Z</strong></p>
<p>Com seus estúdios baratos e cafés onde se pode simplesmente sentar e passar a tarde trabalhando sem ser incomodado, Berlim é um paraíso para a classe criativa. Não é surpresa, portanto, que a capital alemã esteja repleta de designers de tipos e tipógrafos.</p>
<p>Designers de tipos são aqueles que criam as fontes, enquanto tipógrafos trabalham com fontes já criadas, aplicando-as em seus projetos gráficos. E você sabia que existem mais de 26 caracteres no alfabeto latino? Mas pergunte a qualquer designer de tipos e ele vai contar que sua fonte tipográfica tem entre 250 e mil grifos ou caracteres. Não se trata apenas do A ao Z. Cada fonte inclui também pontuação e acentos – basicamente todos os símbolos que podem ser incluídos em uma frase.</p>
<div>
<p>A era digital mudou nossa relação com as letras</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong> Letras em Berlim</strong></p>
<p>&#8220;É muito satisfatório para um designer gráfico ver seu trabalho no mundo real, e essa é realmente uma grande diferença com relação aos livros&#8221;, diz Fritz Grögel, cofundador do estúdio LetterinBerlin, criado no fim do ano passado e onde são desenhadas letras para livros, capas de discos, embalagens e logotipos – empregando tanto desenho a mão como métodos digitais.</p>
<p>Junto com sua sócia e designer de tipos Elena Albertoni, Grögel desenvolve fontes empresariais e decorativas, assim como identidade visual para empresas e marcas – o que muitas vezes significa trabalhar com conteúdo arquitetônico.</p>
<p>&#8220;Você está em constante diálogo com uma pessoa real, com um conceito real do que ela quer fazer em sua loja e que naturalmente também deve ter sua própria personalidade&#8221;, disse Grögel.</p>
<p>O LetterinBerlin é especializado no desenho de letras, o que significa fazer com que letras fiquem bem quando usadas em uma placa, por exemplo, mas não necessariamente em alfabetos.</p>
<p>&#8220;Em uma fonte, todas as letras têm que funcionar igualmente bem entre si, porque elas serão sempre recombinadas e não há como controlar&#8221;, diz Grögel. &#8220;É isso que faz o design de fontes diferente de todos os outros trabalhos relacionados a letras. Ele precisa ser extremamente sistemático, e as coisas precisam fazer referência umas às outras o tempo todo&#8221;.</p>
<p><strong>Fonte de grife</strong></p>
<p>Hoje, de acordo com a opinião de especialistas, o design de fontes é uma tendência no meio gráfico. Nos últimos dez anos, o número de cursos na área aumentou, commestrados reconhecidos nas universidades de Reading, no Reino Unido, e Haia, na Holanda.</p>
<p>Fritz Grögel também atribui essa popularidade à Font Shop, loja virtual de fontes com base em Berlim. Ela foi uma das primeiras distribuidoras de fontes especiais na internet a promover também os criadores por trás das fontes.</p>
<p>&#8220;Na década de 1980, ninguém sabia o nome dos designers de tipos. Hoje, quando Fritz Meyers desenha uma nova fonte, todo mundo quer dar uma olhada. É como um designer de moda&#8221;, explica Grögel. &#8220;O designer de tipos virou uma pessoa pública dentro do meio, o que remete aos desenhistas de tipos da década de 1920&#8243;.</p>
<div>
<p>Outros alfabetos também influenciam o design de fontes</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alfabeto de butique</strong></p>
<p>Escondida no tranquilo bairro berlinense de Prenzlauer Berg está a Mota Italics, um misto de estúdio, livraria e galeria. As paredes são cobertas por 120 fotos no formato Polaroid que mostram fontes encontradas por entusiastas e enviadas aos donos do local, Rob e Sonja Keller. Além de usar o prédio como estúdio de design, a Mota Italics é também um espaço de exposição.</p>
<p>A empresa é especializada em fontes exclusivas e personalizadas que estão disponíveis para o licenciamento por profissionais de design gráfico, a maior parte deles dos Estados Unidos e da Alemanha. As fontes estão disponíveis apenas na loja virtual.</p>
<p>Rob admite que ele e Sonja não querem que suas fontes estejam disponíveis em lojas comerciais de fontes como a MyFonts. &#8220;Pessoalmente não quero ser apenas mais uma fonte entre as 100 mil que esses sites oferecem. Gosto desse aspecto de butique com o qual distribuímos nossas fontes&#8221;, explica. &#8220;Fazemos fontes com seriedade.&#8221;</p>
<p>Sonja completa que fontes &#8220;não tão sérias&#8221; tendem a ser corpulentas e não necessariamente legíveis. &#8220;Elas são apenas para um texto curto, uma palavra, uma frase ou um logotipo&#8221;, acrescenta. &#8220;Nossas fontes são mais para texto, que tem necessidades totalmente diferentes, porque você tem que ser capaz de lê-las continuamente, sem ficar com dor de cabeça depois de duas linhas.&#8221;</p>
<p><strong>Tendências da temporada</strong></p>
<p>Quanto às tendências em fontes, Rob e Sonja Keller citam a crescente presença de letras nos alfabetos cirílico, grego e árabe, por exemplo, para projetos customizados nos quais os clientes exigem letras fora dos caracteres do alfabeto latino.</p>
<div>
<p>Berlim está repleta de designers e tipógrafos</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Acredito que existam muitas tendências na sociedade em geral refletidas em fontes. A globalização, por exemplo,é refletida em grupos de caracteres&#8221;, explica Sonja.</p>
<p>Provavelmente, a grande evolução na indústria do design de fontes e tipografia é a mudança do impresso para o digital, que obriga os designers a trabalharem com telas otimizadas de alta resolução e a usarem um método chamado de <em>hinting</em>. O método consiste num conjunto de instruções colocados em uma fonte, essencialmente dizendo como ela deve se comportar na tela. Nem todas as fontes podem ser transferidas perfeitamente do papel para o computador.</p>
<p>A era digital também modificou o modo como as fontes são distribuídas, com empresas como a MyFonts, uma plataforma de distribuição online que permite que qualquer designer disponibilize suas fontes para licenciamento. Décadas atrás, nos primeiros anos da internet, designers tinham que consultar enormes catálogos ou fazer o download de uma pequena quantidade de amostras. Hoje, todas as fontes são licenciadas e distribuídas na internet, seja da butique pessoal de um designer ou de gigantes da indústria gráfica como o MyFonts.</p>
<p>Canais de distribuição, tal como o MyFonts, abriram o mercado até para leigos, que agora podem comprar fontes na internet. Designers são beneficiados por terem uma plataforma onde seu trabalho, que poderia ter passado despercebido na rede, pode ser encontrado e licenciado.</p>
<p>Autor: Melanie Sevcenko (mas)<br />
Revisão: Francis França/ Luisa Frey</p>
<p>Fonte: DW (Deutsche Welle)</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/05/design-de-fontes-entra-na-era-digital/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lucrando com a conectividade, e ao mesmo tempo fazendo o bem</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/05/lucrando-com-a-conectividade-e-ao-mesmo-tempo-fazendo-o-bem/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/05/lucrando-com-a-conectividade-e-ao-mesmo-tempo-fazendo-o-bem/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 May 2012 16:38:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5720</guid>
		<description><![CDATA[Nós vivemos agora em uma aldeia global, como demonstrado por eventos como a Primavera Árabe &#8211;os protestos e revoluções populares na Tunísia, no Egito e em outras partes da África e do Oriente Médio. Um jornalista da “NBC News”, Ayman &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/05/lucrando-com-a-conectividade-e-ao-mesmo-tempo-fazendo-o-bem/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós vivemos agora em uma aldeia global, como demonstrado por eventos como a<br />
Primavera Árabe &#8211;os protestos e revoluções populares na Tunísia, no Egito e em<br />
outras partes da África e do Oriente Médio.</p>
<p>Um jornalista da “NBC News”, Ayman Mohyeldin, descreveu como as redes sociais, notadamente o Twitter e o Facebook, trouxeram verdadeira democracia da informação aos manifestantes egípcios, os ajudando a promover uma mudança positiva. Isso me fez perceber que, independentemente de onde esteja um indivíduo, governo ou organização, agora é muito mais difícil adquirir poder ou riqueza sem a cooperação da<br />
comunidade.</p>
<p>E o que isso significa para empresas e empreendedores?</p>
<p>Eric Schmidt e Jared Cohen, respectivamente presidente e diretor de ideias do Google, chamam esta era de “Ruptura Digital”. Em um artigo publicado na “Foreign Affairs” em 2010, eles escreveram: “O advento e poder das tecnologias de conexão &#8211;ferramentas que conectam as pessoas a vastas quantidades de informação e umas às outras&#8211; tornará o século 21 cheio de surpresas. Governos serão pegos desprevenidos quando um grande número de seus cidadãos, armados com virtualmente nada, exceto celulares, participarem de minirrebeliões que desafiarão sua autoridade. Em uma nova era de poder<br />
compartilhado, ninguém pode obter progresso sozinho.”</p>
<p>Assim como os governos que limitam os direitos e liberdades das pessoas estão enfrentando distúrbios ou revolução em muitas partes do mundo, os líderes empresariais que exploram seus mercados ou que buscam lucro a qualquer custo verão suas empresas<br />
se tornarem alvos de manifestantes e seus concorrentes tomarem sua fatia de<br />
mercado. Enquanto os negócios no século 20 envolviam a promoção do crescimento<br />
insustentável por meio do esgotamento dos recursos naturais e entrega de lucros<br />
aos seus acionistas, esta nova era envolve empresas proporcionando benefícios<br />
para suas comunidades e ao planeta, tanto quanto aos acionistas.</p>
<p>Devido a esta era de ruptura, as empresas não mais controlam como são percebidas pelo<br />
mercado. Os consumidores agora têm o poder de moldar a percepção dos outros a<br />
respeito de sua marca; eles também podem promover aquelas que preferem. Apenas<br />
as empresas que abraçam a abordagem Capitalismo 24902 &#8211;colocando um fim à busca<br />
do lucro apenas pelo lucro e transformando o bem social e ambiental na força<br />
motriz de nossas empresas&#8211; podem prosperar a longo prazo.</p>
<p>Ao planejarem e lançarem as fases de seus negócios, os empreendedores têm a oportunidade de inserir esta abordagem na cultura de suas empresas. Veja os custos e benefícios de seus negócios para sua comunidade, meio ambiente e para o mundo maior. Fale com líderes comunitários, grupos ambientais e seus clientes potenciais para<br />
saber quais são as preocupações e esperanças deles para sua empresa. Como você<br />
pode ajudar? Você pode tratar dos problemas alterando seu plano de negócios para<br />
atender essas necessidades?</p>
<p>Se você estiver à procura de ideias para lançamento de um negócio, este é um bom momento para empregar a conectividade para fazer a diferença. Na Virgin, nós estamos estudando como a telefonia móvel está promovendo mudanças, com quase 6 bilhões de usuários de celulares no mundo e 90% da população mundial com capacidade de ter acesso ao serviço de telefonia móvel.</p>
<p>No Quênia, os clientes da M-PESA podem depositar e sacar dinheiro junto a uma rede de agentes, que incluem revendedores de crédito e pontos de venda que atuam como agentes bancários; eles podem transferir fundos e também pagar contas. Souktel, uma empresa que atua principalmente no Oriente Médio, conecta as pessoas à procura de emprego com as empresas à procura de pessoal.<br />
Plataformas como a Ushahidi (que significa “testemunho” em suaíli) também<br />
surgiram para apoiar o jornalismo do cidadão, ajudando a transmitir informação<br />
relatada localmente em tempos de crise. Há uma empresa chamada txteagle que dá<br />
às marcas globais a chance de se conectarem a 1 bilhão de clientes do mercado<br />
emergente por meio de mensagens de texto e, em troca, dá tempo de conversa<br />
gratuito para o cliente. Todo um mundo novo de ativismo e publicidade!</p>
<p>Seja qual for o tipo de negócio que você decida lançar, lembre-se que todos nós estamos trabalhando em um ambiente que está mudando &#8211;uma tecnologia que transforma seu setor pode estar aguardando virando a esquina. Mas quando seus funcionários se orgulham de seu trabalho e seus clientes estão profundamente envolvidos com sua marca, como é comum nas empresas que adotaram o Capitalismo 24902, você poderá depender de ambos os grupos para ajudá-lo a ficar de olho na concorrência e nos desdobramentos no campo. Sua empresa será parte da comunidade &#8211;e ela torcerá por você.</p>
<p>(Adaptado de “Screw Business as Usual” de Richard Branson)</p>
<p>Tradutor: George El Khouri Andolfato</p>
<div>
<div>
<h2>Richard Branson</h2>
<p>O megaempresário inglês é criador do grupo Virgin, que tem 200 companhias em<br />
mais de 30 países, incluindo a empresa aérea de baixo custo de mesmo nome</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/05/lucrando-com-a-conectividade-e-ao-mesmo-tempo-fazendo-o-bem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Livros mais lidos no mundo nos últimos 50 anos</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/05/livros-mais-lidos-no-mundo-nos-ultimos-50-anos/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/05/livros-mais-lidos-no-mundo-nos-ultimos-50-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 May 2012 21:38:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5711</guid>
		<description><![CDATA[O designer americano Jared Fanning mergulhou em uma pesquisa para construir um infográfico mostrando quais foram os livros mais lidos no mundo inteiro nos últimos 50 anos, que traz um brasileiro, um livro de auto-ajuda e um clássico eterno dos &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/05/livros-mais-lidos-no-mundo-nos-ultimos-50-anos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O designer americano <strong>Jared Fanning</strong> mergulhou em uma<br />
pesquisa para construir um infográfico mostrando quais foram os livros mais<br />
lidos no mundo inteiro nos últimos 50 anos, que traz um brasileiro, um livro de<br />
auto-ajuda e um clássico eterno dos romances americanos que originou um dos<br />
maiores (em todos os sentidos) filmes da história de Holywood.</div>
<div>
<p>A pesquisa, como o designer explica no próprio infográfico, &#8220;se baseia nos<br />
números de livros impressos e vendidos nos últimos 50 anos. Alguns títulos pode<br />
ter superado os livros destacados em número de cópias produzidas, mas como uma<br />
vasta quantidade deles não foi vendida, assumimos que grande parte deles não<br />
chegou a ser lida.&#8221;</p>
<p>Os números no infográfico estão em milhões de unidades e representam figuras<br />
oficiais de vendagem. Sagas e séries de livros são colocadas na lista de forma<br />
unificada, somando-se ao total como se fossem apenas um livrro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p><strong>Os livros mais vendidos dos últimos 50 anos:</strong><br />
1 &#8211; <em>A Bíblia Sagrada</em>: 3.9 bilhões de cópias vendidas<br />
2 &#8211; <em>O livro vermelho</em> &#8211; <strong>Mao Tsé Tung</strong>: 820 milhões de cópias vendidas<br />
3 &#8211; <em>Harry Potter</em> &#8211; <strong>J. K Rowling</strong>: 400 milhões de cópias vendidas<br />
4 &#8211; <em>O Senhor dos Anéis</em> &#8211; <strong>J. R. R. Tolkien</strong>: 103 milhões de cópias vendidas<br />
5 &#8211; <em>O Alquimista</em> &#8211; <strong>Paulo Coelho</strong>: 65 milhões de cópias vendidas<br />
6 &#8211; <em>O Código Da Vinci</em> &#8211; <strong>Dan Brown</strong>: 57 milhões de cópias vendidas<br />
7 &#8211; <em>Saga Crepúsculo</em> &#8211; <strong>Stephanie Meyer</strong>: 43 milhões de cópias vendidas<br />
8 &#8211; <em>E o vento levou&#8230;</em> &#8211; <strong>Margarett Mitchell</strong>: 33 milhões de cópias vendidas<br />
9 &#8211; <em>Think and Grow Rich</em> &#8211; <strong>Napoleon Hill</strong>: 30 milhões de cópias vendidas<br />
10 &#8211; <em>O Diário de Anne Frank</em> &#8211; <strong>Anne Frank</strong>: 27 milhões de cópias vendidas</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte_revista Trip</p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/05/livros-mais-lidos-no-mundo-nos-ultimos-50-anos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acordo ortográfico, possibilidades de acertos</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/05/acordo-ortografico-possibilidades-de-acertos/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/05/acordo-ortografico-possibilidades-de-acertos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 16:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5700</guid>
		<description><![CDATA[À margem da feira do livro de Lisboa, havia uma recolha de assinaturas para uma petição contra o Acordo Ortográfico (AO) e esse foi um dos temas abordados pelos jornalistas. “Portugal subscreveu o acordo ortográfico, é um dos signatários, ele &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/05/acordo-ortografico-possibilidades-de-acertos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>À margem da feira do livro de Lisboa, havia uma recolha de assinaturas para uma petição contra o Acordo Ortográfico (AO) e esse foi um dos temas abordados pelos jornalistas. “Portugal subscreveu o acordo ortográfico, é um dos signatários, ele está em vigor. Neste momento só dois países, Angola e Moçambique, ainda não o ratificaram. As indicações que temos das cimeiras de Luanda, é que a posição de Angola e Moçambique será definida agora. Isto é: será definido o modo como vão ratificar o acordo. Mas a indicação que temos é de que o vão ratificar”, afirmou o secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas. “Não há revisão. O acordo é um instrumento legal e foi ratificado por parlamentos de diferentes países. O que pode haver, e isso está consignado na lei, é a possibilidade de se fazerem acertos no Vocabulário Ortográfico Comum. Será apresentada uma versão beta, ainda durante este ano, e até 2014 estará encerrado. Repare, ainda nem sequer estão incluídas no Vocabulário Ortográfico Comum as contribuições de Angola e Moçambique. Nessa matéria é que há abertura. Agora o AO está em vigor.”</p>
<p>O escritor Vasco Graça Moura, questionado, a seguir, pelos jornalistas, explicou que as correcções que advoga no documento do AO: “têm a ver com a supressão das asneiras que lá estão. Essas é que são as correcções fundamentais.” Mas também há outras que advoga: “Por exemplo, que se adoptem regras para a incorporação na ortografia da língua portuguesa de vocábulos nativos que já começam a fazer parte dela nos outros países de língua portuguesa. E não há qualquer regra no acordo quanto a isso porque o acordo é uma pura manifestação neocolonialista negociada entre Portugal e o Brasil com o mero corpo presente dos outros países participantes. Isso é uma ofensa a culturas que se produzem na nossa língua, em África, por exemplo. E o facto de não haver nenhuma regra adoptada referente a essa tradição é perfeitamente lesivo da tal unidade que se quer proclamar. Essa é uma correcção que me parece fundamental.” Defende também que seja clarificado definitivamente “o que se entende por pronúncias cultas e quais são elas”. E diz que é fundamental que exista o Vocabulário da Língua Portuguesa “sem o qual não é possível aplicar-se nada”.A 82ª edição da Feira do Livro de Lisboa decorre no Parque Eduardo VII até 13 de Maio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: El Público</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/05/acordo-ortografico-possibilidades-de-acertos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novo Museu da Língua Portuguesa</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/04/novo-museu-da-lingua-portuguesa/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/04/novo-museu-da-lingua-portuguesa/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 17:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5696</guid>
		<description><![CDATA[Nasce no centro histórico de São Luís, no Maranhão, na esquina da Rua do Giz com a Rua Direita, o segundo Museu da Língua Portuguesa. Orçado em R$ 22 milhões, ele ocupará os 1.800 metros quadrados do antigo Liceu Maranhense &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/04/novo-museu-da-lingua-portuguesa/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nasce no centro histórico de São Luís, no Maranhão, na esquina da Rua do Giz com a Rua Direita, o segundo Museu da Língua Portuguesa. Orçado em R$ 22 milhões, ele ocupará os 1.800 metros quadrados do antigo Liceu Maranhense – edifício que está sendo restaurado desde o fim do ano passado – e terá um conteúdo muito semelhante ao Museu da Língua Portuguesa de São Paulo. O novo museu já tem curador. Jarbas Mantovanini, que foi o coordenador de conteúdo do Museu da Língua Portuguesa e do Museu do Futebol, em São Paulo, acaba de assumir o posto à frente do museu maranhense. “Lá, haverá experiências individuais e coletivas com estímulo à interatividade”, adianta Mantovanini.</p>
<p>Cristina Tardágula &#8211; O Globo &#8211; 25/04/2012</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://armazemcultura.com.br/2012/04/novo-museu-da-lingua-portuguesa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

