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	<title>Armazém da Cultura</title>
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		<title>Visitas virtuais a 46 museus pelo mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 14:53:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[  Digitalizar e disponibilizar itens de acervo pode ser apenas uma das etapas que um plano museológico prevê para disseminar a informação e cultivar a memória, portanto, se você não puder visitar pessoalmente navegue por eles e divirta-se. É sempre &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/02/visitas-virtuais-a-46-museus-pelo-mundo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <br />
Digitalizar e disponibilizar itens de acervo pode ser apenas uma das etapas que um plano museológico prevê para disseminar a informação e cultivar a memória, portanto, se você não puder visitar pessoalmente navegue por eles e divirta-se. É sempre um bom passeio turístico, informa, diverte, educa. Confira a seguir os 46 museus virtuais disponíveis na rede:<br />
 <br />
» American Museum of Natural History<br />
» My studios<br />
» Museu Virtual Gentileza<br />
» RTP Museu Virtual<br />
» Museu Virtual de Brasília<br />
» Museu Virtual de Ouro Preto<br />
» Museu Virtual UnB<br />
» Museu Virtual do Transporte<br />
» Igreja do Santo Sepulcro<br />
» Capela Cistina<br />
» Van Gogh Museum<br />
» Museu do Louvre<br />
» British Museum<br />
» Museu Virtual Memória da Propaganda<br />
» Museu da Pessoa<br />
» Museu Virtual do Futebol<br />
» Museu Encantado da Barvbie<br />
» Museu Virtual do Iraque<br />
» Museu Virtual de Parelha<br />
» Museu Virtual Aristides Sousa Mendes<br />
» Art-Bonobo<br />
» Museu Mazzaropi<br />
» Museu Virtual da Imprensa<br />
» Museu Virtual de Informática<br />
» Visitas Virtuais 3D<br />
» Museu Virtual da Água<br />
» Museu Virtual de Artes Plásticas<br />
» Museu da Faculdade de Medicina UFRJ<br />
» Museu Virtual do Cartoon<br />
» Virtual Museum of Canada<br />
» National Museum of US Air Force<br />
» The virtual museum of Japanese Arts<br />
» Museum with no frontiers<br />
» Virtual Egyptian Museum<br />
» Museu do Instituto Geográfico Português<br />
» Museu Virtual da Coca-cola<br />
» Museu da Bactéria<br />
» Museu de Arte do Uruguai<br />
» Museu Bizantino<br />
» Museu Virtual FEB<br />
» Museu da Contabilidade<br />
» Museu Nacional de Arquiologia<br />
» Fundación Gala-Salvador Dalí<br />
» Museu Virtual do Sintetizador<br />
» Museu da Infância<br />
 <br />
 <br />
Fonte Universia</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Saia do computador e vá ler um livro</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 23:38:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Propaganda da Biblioteca de Miliwaukee cutucando seus principais “concorrentes”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img class="colorbox-5302"  title="face-a-book1" src="http://www.treta.com.br/blog/wp-content/uploads/364bab96cb75_1C11/face-a-book1.jpg" alt="face-a-book1" width="580" height="515" border="0" /></p>
<p>Propaganda da Biblioteca de Miliwaukee cutucando seus principais “concorrentes”.</p>
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		<title>“Guerra e Paz” é considerado por russos como livro mais importante da história</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/02/%e2%80%9cguerra-e-paz%e2%80%9d-e-considerado-por-russos-como-livro-mais-importante-da-historia/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 23:36:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://armazemcultura.com.br/?p=5299</guid>
		<description><![CDATA[Publicado na Gazeta Russa A seleção é encabeçada por “Guerra e Paz”, de Tolstói Foto: Rossiyskaya Gazeta O portal russo Superjob pesquisou quais obras os russos incluiriam na lista dos livros mais relevantes da história. A seleção é encabeçada por &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/02/%e2%80%9cguerra-e-paz%e2%80%9d-e-considerado-por-russos-como-livro-mais-importante-da-historia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Publicado na <a href="http://gazetarussa.com.br/articles/2012/02/13/guerra_e_paz_e_considerado_por_russos_como_livro_mais_importante_da_14191.html">Gazeta Russa</a></div>
<div><a href="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2012/02/Savostianov-kngi-med.jpg" data-group="group10" title="Savostianov-kngi-med" rel="lightbox[5299]" rel="lightbox[5299]"><img class="colorbox-5299"  title="Savostianov-kngi-med" src="http://www.livrosepessoas.com/wp-content/uploads/2012/02/Savostianov-kngi-med.jpg" alt="" width="468" height="312" /></a></div>
<div>
<div><em>A seleção é encabeçada por “Guerra e Paz”, de Tolstói Foto: Rossiyskaya Gazeta</em></div>
</div>
<p>O portal russo Superjob pesquisou quais obras os russos incluiriam na lista dos livros mais relevantes da história. A seleção é encabeçada por “Guerra e Paz”, de Tolstói: 32% dos entrevistados consideram que sua leitura deveria ser obrigatória para qualquer aluno do ensino médio. Um dos motivos citados foi que “Guerra e Paz” é capaz de formar “uma visão de mundo unificadora para a nação”. Além disso, segundos os russos, “tais clássicos são admiráveis e eternos”. Em segundo lugar, ficou o romance “O Mestre e a Margarida”, de Mikhail Bulgákov, com 19% dos votos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O autor seguinte na lista de preferências é Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski, e seu romance “Crime e Castigo”, que atraiu 16% dos votos. Em seguida vem o romance em verso “Evguêni Onéguin”, de Aleksandr Púchkin, obra que carrega o subtítulo de “enciclopédia da vida russa”. O último dos cinco livros mais importantes é “O Dom Tranquilo”, de Mikhail Cholokhov: 5% dos entrevistados consideram obrigatória a leitura dessa epopeia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os visitantes do portal também consideram importante incluir na lista vários clássicos do século 19: “O mal da razão”, de Aleksandr Griboiédov, todas as obras de Aleksandr Púchkin, “Almas Mortas”, de Nikolai Gogol, “Pais e Filhos”, de Ivan Turgueniev, e “O Idiota”, de Fiódor Dostoiévski – cada um desses livros obteve 4% dos votos. “Todas essas obras permanecem atuais”,garantem os russos. A mesma porcentagem de entrevistados considera que os alunos de hoje em dia deveriam ler a Bíblia, “o livro que contém mais sabedoria e, que lamentavelmente, não é recomendado nas escolas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os livros votados por aproximadamente 2% dos entrevistados estão a“Constituição e o Código Penal da Federação Russa”, obras de diferentes gêneros dedicadas à história da Rússia (“Arquipélago GULAG”, de Aleksandr Soljenítsin, “Pedro I”, de Aleksêi Tolstói,“História do Estado Russo”, de Nikolai Karamzin, e “A Filha do capitão”, de Aleksandr Púchkin), além de, é claro, outros clássicos: os contos de Anton Tchekhov, “Anna Karenina”, de Lev Tolstói, “Os Irmãos Karamázov”, de Fiódor Dostoiévski, “Oblomov”, de Ivan Gontcharov, e “O herói do nosso tempo”, de Mikhail Liermontov.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os clássicos soviéticos e os autores estrangeiros foram os menos votados, recebendo apenas 1% das indicações. Até mesmo o Código Penal russo obteve mais votos que “Cem anos de solidão”, de Gabriel Garcia Marquez, por exemplo. No geral, a lista de obras de não ficção recomendada pelos russos é bastante ampla. Entre os títulos estão a legislação russa, um compêndio da gramática russa, livros de introdução ao comércio e um manual de história da URSS. Os entrevistados lembraram, ainda, da necessidade de ler livros de ética e estética.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livros brotam no sertão</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 19:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O povoado de São José do Paiaiá, no sertão baiano, tem 500 moradores, igreja, escola, praça e duas ruas. “Na de cima, mora a elite; na de baixo, a classe trabalhadora”, descreveu o historiador Geraldo Moreira Prado, 71 anos, o &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/02/livros-brotam-no-sertao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O povoado de São José do Paiaiá, no sertão baiano, tem 500 moradores, igreja,<br />
escola, praça e duas ruas. “Na de cima, mora a elite; na de baixo, a classe<br />
trabalhadora”, descreveu o historiador Geraldo Moreira Prado, 71 anos, o filho<br />
mais ilustre e ilustrado da terra. De cada dez habitantes de Paiaiá, três são<br />
analfabetos. Metade da população vive na pobreza, com renda de pouco mais de 200<br />
reais por família a cada mês. Quatro famílias formam a elite local.</p>
<p>Numa região de casas geminadas, ruas de pedra e terra, poucos empregos e<br />
quase nenhum saneamento, a soberba taxa de 200 livros por habitante – a média<br />
nacional não chega a cinco – é a obra local mais frondosa, graças à Biblioteca<br />
Comunitária Maria das Neves Prado. Está sediada em um rudemente majestoso prédio<br />
de três andares, o único daquela área da caatinga. Já foi apelidado de “Empire<br />
State of Paiaiá”, reunindo os quase 100 mil livros, segundo a contagem oficial,<br />
da autodeclarada “maior biblioteca rural do mundo”.</p>
<p>Geraldo Moreira Prado<br />
alfabetizou-se aos 10 anos, tendo livros de cordel como cartilha. Pisou pela<br />
primeira vez numa biblioteca aos 14. Aos 21, mudou-se para São Paulo. Foi a<br />
princípio para trabalhar, mas acabou cursando história e depois letras na USP.<br />
Militou no movimento estudantil, no qual se especializou na fabricação de<br />
coquetéis molotov para serem lançados contra os agentes da ditadura durante os<br />
protestos de 1968. Amargou quatro detenções por perturbação da ordem e<br />
propagação de ideias comunistas. Mudou-se para o Rio, onde se doutorou em<br />
desenvolvimento agrário, virou professor universitário e pesquisador.</p>
<p>Casou-se. E depois se descasou, momento em que viu a necessidade de se<br />
desfazer de uma coleção de então 30 mil livros. Tentou vendê-la, mas sebo nenhum<br />
quis lhe pagar a contento. Pensou em doá-la para uma universidade pública, mas<br />
as tratativas não caminharam bem. Lembrou-se da querida terra natal, São José do<br />
Paiaiá, um povoado do município de Nova Soure, a 250 quilômetros de<br />
Salvador.</p>
<p>Contatou um sobrinho adolescente morador de Paiaiá, alugou uma casa e<br />
despachou a primeira leva de 10 mil livros, transportados num caminhão. Passava<br />
das quatro e meia da manhã quando José Arivaldo Prado – o sobrinho de Geraldo,<br />
conhecido como Vadinho – deixou o forno da padaria onde trabalhava para assistir<br />
ao desembarque dos livros. Juntou gente para acompanhar a novidade. As primeiras<br />
centenas de volumes foram abrigadas na garagem da casa alugada.</p>
<p>O sucesso da operação estimulou um segundo lote de livros, algo perto dos<br />
12 mil exemplares. Mas a vizinhança fora alertada pelo <em>Jornal Nacional<br />
</em>sobre um furto de obras raras ocorrido em 2003 na Biblioteca do Itamaraty,<br />
na região central do Rio de Janeiro, a mais de 1 700 quilômetros dali. Quando<br />
uma senhora assistiu à chegada de mais livros – itens raros no sertão –, tratou<br />
de denunciar à polícia, convicta de que se tratava das obras furtadas do<br />
Itamaraty que vira na televisão.</p>
<p>Desfeito o equívoco, a recém-transferida biblioteca teve de enfrentar o<br />
pároco local, ouriçado pela procura de obras como <em>Dona Flor e Seus Dois<br />
Maridos</em>, de Jorge Amado. Abriu o sermão numa manhã de domingo advertindo os<br />
fiéis sobre a maledicência dispersa nas estantes de aço pecaminosas da casa<br />
vizinha à paróquia. Apesar das resistências religiosas e policiais, os demais<br />
livros foram enviados pouco a pouco. A biblioteca comunitária ganhou vida e foi<br />
batizada com o nome de uma tia do historiador que se dedicara a lecionar no<br />
povoado, professora de formação autodidata que era.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A biblioteca cobra 1,50 real de<br />
mensalidade, com direito a carteira de leitor associado. As doações foram<br />
aumentando e houve necessidade de mais espaço, o que obrigou a construção do<br />
“Empire State”. Vadinho, o bibliotecário improvisado, crescido entre tantos<br />
livros, abandonou a padaria, cursou letras e descobriu-se poeta. “Escrevo<br />
poemas, mas só sobre gatos”, disse.</p>
<p>Cajueirinho, Carrapatinho, Pau de Colher, Cabeleiro e Melancia são povoados<br />
vizinhos que mandam alunos para a escolinha de xadrez, para o ateliê de pintura<br />
ou para cursos como “Higienização e acondicionamento do acervo Professor Geraldo<br />
Prado”, oferecido em dois módulos.</p>
<p>A organização das estantes às vezes surpreende. <em>A Divina<br />
Comédia</em> divide prateleira com a <em>Metodologia Aplicada à<br />
Administração</em>. <em>Elogio da Sombra</em>, de Jorge Luis Borges, é vizinho<br />
de <em>Internet Truques Espertos: Segredos Inteligentes Revelados</em>. A<br />
biblioteca possui alguns volumes raros, como a primeira edição de<em> Casa<br />
Grande &amp; Senzala</em>, de Gilberto Freyre, de 1933, e as obras completas de<br />
Molière, com data de impressão de 1732.</p>
<p>Sem apoio da prefeitura de Nova Soure, dependente dos inconstantes repasses<br />
do programa do Ministério da Cultura, a biblioteca é deficitária e recebe<br />
colaborações de bom grado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No ano passado, o crítico literário<br />
Antonio Candido, ex-professor de Geraldo Prado na USP, doou títulos de seu<br />
acervo pessoal para os moradores de Paiaiá. Acompanhava o envio dos livros uma<br />
carta de saudação, emoldurada e colocada em destaque no interior da biblioteca.<br />
“Venho por meio desta comunicar-lhe que despachei dez caixas contendo livros e<br />
alguns opúsculos, no total de 300 unidades, que constituem uma doação à<br />
Biblioteca Comunitária”, datilografou o crítico, em um papel azul, devidamente<br />
corrigido à caneta e assinado.</p>
<p>“Informado há tempos a respeito dela por nossa amiga Walnice Nogueira Galvão<br />
(que aliás teve a gentileza de me acompanhar à empresa transportadora), avaliei<br />
desde logo o alcance e a importância dessa obra cultural, devida à sua<br />
iniciativa generosa e clarividente; e tencionei colaborar de algum modo, o que<br />
faço agora com prazer e é a oportunidade de manifestar a minha admiração pelo<br />
seu trabalho.”</p>
<p>Outra frase atribuída a Antonio Candido já havia sido estampada na fachada da<br />
biblioteca. Em azul, lia-se: “O socialismo é uma doutrina totalmente triunfante<br />
no mundo.” “Eu ia até botar uma do Marx, mas aí achei que já era dar muita<br />
bandeira”, acautelou-se Geraldo Prado. Na última reforma da biblioteca, um<br />
pintor conhecido como Magnata fez pouco caso da encomenda – repintar o que ali<br />
já estava e adicionar uma proverbial citação de Che Guevara. Pediu um<br />
adiantamento pela primeira demão de tinta, embolsou o dinheiro e sem aviso<br />
prévio comprou um bilhete só de ida para São Paulo, deixando a fachada da<br />
Biblioteca Maria das Neves branca como lhe sugere o nome.</p>
<p>Fonte: revista Piauí</p>
<p>Indicação @intelecto_</p>
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		<title>VI ETC_Fortaleza sobre Blogs literários</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 21:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://armazemcultura.com.br/2012/02/vi-etc_fortaleza-sobre-blogs-literarios/cid_ii_13568f51e4dfd5a2/" rel="attachment wp-att-5280"><img class="alignleft size-medium wp-image-5280 colorbox-5279" title="!cid_ii_13568f51e4dfd5a2" src="http://armazemcultura.com.br/wp-content/uploads/2012/02/cid_ii_13568f51e4dfd5a2-300x128.jpg" alt="" width="300" height="128" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Biblioteca Nacional disponibiliza um acervo digital</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/02/biblioteca-nacional-disponibiliza-um-acervo-digital/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 20:21:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre todas as vantagens da aplicação da tecnologia  digital no campo da literatura, talvez a mais efetiva e salutar delas  seja a democratização do acesso às obras. Com a digitalização dos  livros, já é possível, por exemplo, a uma pessoa &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/02/biblioteca-nacional-disponibiliza-um-acervo-digital/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em></em></p>
<p>Dentre todas as vantagens da aplicação da tecnologia  digital no campo da literatura, talvez a mais efetiva e salutar delas  seja a democratização do acesso às obras. Com a digitalização dos  livros, já é possível, por exemplo, a uma pessoa em qualquer lugar do  mundo acessar o acervo da Biblioteca Nacional (BN), cujo endereço físico  está no centro do Rio de Janeiro, e baixar, em PDF, livros como “O  Cortiço”, de Aluízio Azevedo, ou “O Alienista”, de Machado de Assis.</p>
<p><a href="http://culturadigital.br/mincnordeste/files/2012/01/BNDigitalogo.png" rel="lightbox[5276]"><img class="colorbox-5276"  src="http://culturadigital.br/mincnordeste/files/2012/01/BNDigitalogo.png" alt="" width="217" height="107" /></a>Por  enquanto, do acervo da BN, o maior do país, estão disponíveis apenas  obras em domínio público – passados 70 anos da morte do autor – o que  soma cerca de 600 títulos. Mas está em curso um projeto para ampliar o  acesso a esse acervo, implementando o serviço de empréstimo de e-books e  incluindo, dessa forma, obras que ainda têm direitos autorais e  precisam de proteção contra sua disseminação indiscriminada.</p>
<p>Conheça o site da Biblioteca Nacional Digital: <a href="http://bndigital.bn.br">http://bndigital.bn.br</a>.</p>
<p>Para  se ter uma ideia da dimensão dessa mudança, a BN tem em média 5.000  visita por mês, enquanto que a BN Digital teve em 2011 mais de 120 mil  acessos ao mês. “Esse número vai dobrar, triplicar, à medida que  aumentarmos o acervo”, comenta Ângela Bittencourt, coordenadora da BN  Digital.</p>
<p><strong>Periódicos</strong></p>
<p><strong></strong>Sob a responsabilidade do Ministério da  Cultura (MinC), as ações da BN têm muita importância porque, ali, se  criam paradigmas para o modelo de biblioteca no resto do país.</p>
<p>Dentre  essas ações está um “grande projeto”, como conta Ângela, de  digitalização de nove milhões de páginas de periódicos até o fim do ano.  O projeto Resgate da Memória Hemerográfica Brasileira será aberto em  março e vai tornar disponíveis para consulta, por exemplo, a “Gazeta do  Rio de Janeiro”, fundado quando da vinda da Corte portuguesa para o  Brasil, em 1808, e o “Correio Brasiliense”, fundado no mesmo ano por  Hippólyto José da Costa, que teve de instalar sua redação em Londres  pois defendia, contra a coroa, ideais independentistas e o fim da  escravidão.</p>
<p>“O que estamos criando não é uma coleção estática na  qual você vai pesquisar”, diz Ângela, explicando o caráter da  democratização do acesso que a tecnologia digital tem possibilitado.</p>
<p>Acesse o portal da Fundação Biblioteca Nacional: <a href="http://www.bn.br/portal">www.bn.br</a>.</p>
<p><em>Publicado no Jornal O Tempo – Magazine, 21/1/2012. Replicado no site do <a href="http://www.cfb.org.br/noticias-cfb.php?codigo=935">Conselho Federal de Biblioteconomia</a>.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Dickens: eterna inspiração</title>
		<link>http://armazemcultura.com.br/2012/02/dickens-eterna-inspiracao/</link>
		<comments>http://armazemcultura.com.br/2012/02/dickens-eterna-inspiracao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 21:47:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos dois lados do Atlântico, Dickens permanece como força da literatura. É, para escritores e cineastas, o que Abraham Lincoln é para os historiadores: uma constante fonte de fascinação e inspiração. &#8220;Ele sempre será amado pelas pessoas comuns, que sabem &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/02/dickens-eterna-inspiracao/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dos dois lados do Atlântico, Dickens permanece como força da literatura. É,<br />
para escritores e cineastas, o que Abraham Lincoln é para os historiadores: uma<br />
constante fonte de fascinação e inspiração.</p>
<p>&#8220;Ele sempre será amado pelas pessoas comuns, que sabem que ele está do lado<br />
delas&#8221;, diz sua biógrafa Claire Tomalin. Ela conta que &#8220;se apaixonou por ele à<br />
primeira vista&#8221;, lendo David Copperfield com sua mãe quando tinha 7 anos. &#8220;Ele<br />
criou arte de alto nível para as massas.&#8221;</p>
<p>Dickens aos 200, exposição em cartaz na Biblioteca Morgan, em Nova York,<br />
mostra que nenhum outro autor &#8211; nem Shakespeare nem Jane Austen &#8211; inspirou<br />
tantos filmes, livros e peças de teatro.</p>
<p>Mais de 320 filmes &#8211; entre dramas, musicais e animações &#8211; se baseiam nos<br />
romances de Dickens. Ralph Fiennes e Helena Bonham Carter vão protagonizar a<br />
próxima versão de Grandes Esperanças, ainda para este ano. Fiennes também<br />
planeja dirigir A Mulher Invisível, livro que relata o romance que Dickens teve<br />
com a atriz Nelly Ternan. Ela tinha 18 anos quando conheceu o escritor de 45<br />
anos.</p>
<p>Todas as obras de Charles Dickens foram adaptadas para os palcos enquanto ele<br />
ainda era vivo. Durante viagem aos Estados Unidos, entre 1867 e 1868, Dickens<br />
escreveu em uma carta: &#8220;Em todos os lugares aonde eu vou, meus livros estão<br />
sendo encenados e os cartazes trazem meu nome em destaque&#8221;.</p>
<p>Hollywood adotou Dickens desde o início. Em 1911, foi lançada uma versão muda<br />
de Um Conto das Duas Cidades. Até os Estúdios Disney o reverenciaram com o filme<br />
O Conto de Natal do Mickey, de 1983.</p>
<p>Em sua segunda turnê norte-americana, Dickens atraiu mais de 100 mil pessoas<br />
para 76 leituras públicas. Hoje, grandes editoras, como a Penguin e a Random<br />
House, continuam a preparar novas edições de suas obras. Na Amazon, seus livros<br />
- em papel ou em formato digital &#8211; permanecem entre os mais vendidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>fonte: Estadão</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nordeste pop &#8211; 35 anos de um clássico reposto em circulação</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 20:36:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Gilmar de Carvalho (Sobral, CE, 1949), não tivesse pago do próprio bolso, em 1977 – neste ano comemorando 35 de efeméride –, a edição de seu primeiro (e até agora único) romance, Parabélum, e provavelmente ia chamar a atenção naquele &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/02/nordeste-pop/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gilmar de Carvalho (Sobral, CE, 1949), não tivesse pago do próprio bolso, em 1977 – neste ano comemorando 35 de efeméride –, a edição de seu primeiro (e até agora único) romance, Parabélum, e provavelmente ia chamar a atenção naquele tempo em que o Brasil era governado por militares excessivamente desconfiados com o que cheirasse a liberdade, esse território amplo fora do qual a literatura, sobretudo a de ficção, não se alimenta. E Parabélum pre-ci-sa-va de liberdade, tanta, mas tanta, que Gilmar, hoje professor aposentado da UFC, pesquisador, ensaísta, especializado em  literatura de cordel e na obra de Patativa do Assaré, teve  de achar uma casa publicadora à altura do romance radical  que ousadamente criou num tempo onde a linguagem  necessitava, contraditoriamente, gritar e esconder-se. Tinha,<br />
   depois da edição praticamente clandestina, de achar esse<br />
selo digno, e achou: Armazém da Cultura, responsável por<br />
agora colocar no mercado a edição enfim merecida do romance<br />
(264 pág., R$ 55,00), obra saudavelmente ambiciosa,<br />
inadiável naqueles tempos e atualmente recuperadora de uma<br />
época e um imaginário indissociáveis da História do Brasil e<br />
de um caldo cultural convergente: o do Nordeste, não aquele<br />
clássico, cristalizado, sobretudo a partir de Os sertões, de<br />
 Euclides da Cunha. Bem diferente, Parabélum é um romance<br />
pós-romance, pré-romance, antirromance e o que mais<br />
quisermos colocar-lhe como selo.<br />
A nova edição, saída ao anoitecer do ano que recém findou, completando 34 anos de silêncio crítico (uma vez circulando pouco, isto é, mal, a recepção à obra ficou comprometida: azar da literatura brasileira), dá-nos agora finalmente a oportunidade de nos defrontarmos com uma narrativa que ousa em todos os níveis, uma ficção que em termos de arquitetura romanesca mais que ousa, ultrapassa o possível ainda que<br />
pensemos em superação máxima quanto ao gênio criativo em<br />
terras nordestinas. E sejam que terras forem, o grito primal<br />
 foi dado e o narrador desdobra-se em autor onisciente e em<br />
 protagonista em busca do romance ansiado, necessário.<br />
E era, por demais, necessário. E, no entanto, tivemos de esperar 35 anos para, neste 2012, ficarmos cara a cara com<br />
a arma – a parabélum 67 de Lampião, o modelo criado pelos<br />
alemães? – que saiu da cabeça inquieta e ousada do escritor,<br />
a cuspir linguagem como balas mortais, a fazer da ciência<br />
eternamente renovável do quanto e do como se pode narrar num<br />
 sem-fim de soluções.<br />
Ora Jesus, o Salvador, ora Lampião, ora o personagem quase típico da poesia de cordel (sem os recursos daquela, usada,<br />
sim, como elemento estimulador da atmosfera dramática, dos<br />
temas sociais, dos tipos extraídos do sertão mais ermo),<br />
mas, naturalmente, embebida, essa ficção embriagada em<br />
desespero por remissão em prosa, uma prosa bárbara, uma<br />
prosa profana e simultaneamente eletrificada pela força da<br />
récita. Uma prosa poetizada por um escritor que se sabia sob<br />
 a mira das armas políticas de então. E que se pretendia –<br />
 como pretendia e o fez – realizar um romance de denúncia, e<br />
denúncia a mais funda que se podia imaginar, então precisava<br />
 sacrificar uma certa legibilidade, pagando com isso o alto<br />
 preço de perder leitores.<br />
Perdeu-os. O livro não era fácil. Parecia (e creio que com inteira razão) a Gilmar de Carvalho que se ele fosse curto e<br />
grosso acabaria preso, torturado, morto. Vá lá se saber…<br />
Então escondeu-se justamente onde a literatura mais se<br />
expõe: na linguagem. E assim realizou uma obra-prima no que<br />
se refere à densidade linguística, ao apuro da expressão, ao<br />
fundo abismo no qual só a palavra conhece o eco.<br />
Não por outra razão, Armazém da Cultura preparou uma edição luxuosa, à altura da importância do livro, com orelhas de<br />
Ana Miranda e um estudo introdutório de fôlego e argúcia<br />
crítica de João Silvério Trevisan, que igualmente conhece<br />
bem aquele período, e que se deparou com problemas<br />
semelhantes.<br />
Um livro, em suma, que definitivamente não cabe numa resenha. E que, lançado no fim de 2011, se não frequentou a lista dos melhores lançamentos do ano, que seja desde agora redescoberto, lido enfim, reconhecido como um dos grandes<br />
acontecimentos da literatura nos anos 1970, e que vire o que<br />
já é – um destaque editorial neste 2012, que recém começa a<br />
mostrar a que veio.<br />
O passado ainda tem muita surpresa a revelar.</p>
<p>Paulo Bentancur (Santana do Livramento, RS, 1957; mora em Porto Alegre há 45 anos) é escritor de diversos gêneros. Instruções para iludir relógios (prosopoemas, 1994), Bodas de osso (poemas, 2005), A solidão do Diabo (contos, 2006), Três pais (infanto-juvenil, 2009), além da coleção Brincando de pensar (2001), sobre gênios do conhecimento humano tanto na filosofia quanto na arte, recontados para pré-adolescentes. Crítico literário, colabora na imprensa cultural do País desde o início da década de 1980. Teve textos publicados na Argentina, México e Itália. Ganhou cinco vezes o prêmio Açorianos de literatura, nas categorias infantojuvenil, poesia e especial (livros de gênero inclassificável). Ministra oficinas de criação literária on line e individual em seis gêneros (conto, romance, crônica, poesia, infantojuvenil e ensaio). Foi jurado de diversos concursos entre os quais o Prêmio Jabuti na categoria romance. Site: www.artistasgauchos.com.br/paulob. E-mail: bentancur@uol.com.br<br />
Publicado no blog www.musarara.com.br</p>
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		<title>Russos elegem clássicos para a leitura dos jovens</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 14:53:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O portal russo de recrutamento Superjob.ru realizou uma pesquisa de opinião pública para descobrir quais devem ser os 100 livros obrigatórios nas escolas de ensino médio do país. O grande favorito do público é o romance “Guerra e Paz”, de &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/02/russos-elegem-100-classicos-para-a-leitura-dos-jovens/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O portal russo de recrutamento Superjob.ru realizou uma pesquisa de opinião pública para descobrir quais devem ser os 100 livros obrigatórios nas escolas de ensino médio do país. O grande favorito do público é o romance “Guerra e Paz”, de Leon Tolstoi, que recebeu 32% dos votos dos entrevistados. De acordo com a opinião pública, esse seria o livro mais indicado para gerar nos jovens russos uma boa visão do mundo e um maior senso de união da nação.</p>
<p>O segundo lugar da lista ficou com o romance “O Mestre e  Margarida”, de Mikhail Bulgakov, com 19% dos votos. Grande parte dos entrevistados declarou que esse livro é capaz de  desenvolver bondade, civilidade, honestidade, força de  vontade, além de muitas outras virtudes das quais as  crianças e os jovens de hoje carecem.<br />
Fonte: Diário da Rússia</p>
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		<title>Trio rouba livros raros de botânica em SP e diz ser &#8216;encomenda internacional&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 17:32:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>albanisal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Três ladrões roubaram nesta quinta-feira, 2, 15 volumes de livros da biblioteca do Instituto de Botânica do Estado de São Paulo, na Avenida Miguel Stéfano, na Água Funda, zona sul da capital paulista. O assalto foi por volta das 16h. &#8230; <a href="http://armazemcultura.com.br/2012/02/trio-rouba-livros-raros-de-botanica-em-sp-e-diz-ser-encomenda-internacional/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Três ladrões roubaram nesta quinta-feira, 2, 15 volumes de livros da biblioteca<br />
do Instituto de Botânica do Estado de São Paulo, na Avenida Miguel Stéfano, na<br />
Água Funda, zona sul da capital paulista. O assalto foi por volta das 16h. Dois<br />
homens armados com revólveres renderam dois seguranças, três funcionários e dois<br />
estagiários antes de roubar os livros.</p>
<p>No ano passado, diretores do Instituto de Botânica já haviam recebido um<br />
ofício da Superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro informando que<br />
detentos de um presídio fluminense tinham uma lista de obras raras de botânica<br />
que deveriam ser roubadas. As conversas foram interceptadas pelos federais e<br />
comunicada aos diretores da biblioteca.</p>
<p>Desde então, os livros foram trancados em uma sala especial, com grades e<br />
câmeras de vigilância. “Só não imaginamos que o roubo ocorreria em pleno dia”,<br />
diz a diretora do Instituto de Botânica, Vera Bononi.</p>
<p>Antes de praticar o assalto, os ladrões almoçaram no restaurante do Instituto<br />
de Botânica. Entraram calmamente na biblioteca e fizeram consultas no<br />
computador, como se quisessem localizar o livro. Romperam o silêncio do local<br />
anunciando o assalto. Um revólver foi apontado para a cabeça da bibliotecária,<br />
que os levou para as obras desejadas. “Eles já sabiam o que queriam”, disse<br />
Vera.</p>
<p><strong>Investigação. </strong>Segundo o delegado Enjolras Relo de Araújo,<br />
titular do 83.º DP (Parque Bristol), que investiga o caso, disse que os ladrões<br />
ainda disseram: “É encomenda internacional”. “O normal desse tipo de ação é o<br />
furto e não o roubo. Esse caso mostra certa organização dos bandidos. O material<br />
tem valor histórico”, disse o delegado Adalberto Barbosa, titular da 2.ª<br />
Delegacia Seccional.</p>
<p>As obras roubadas são raras e antigas. Onze volumes eram da Flora<br />
Fluminensis, publicada originalmente em 1827, escrita pelo frei José Mariano<br />
Velloso. Os livros contêm gravuras de 1640 de espécies vegetais do Rio e<br />
arredores. Parte desses desenhos está acessível para download na internet.<br />
Outros dois volumes são das obras Sertum palmarum brasiliensium, de 1903, de<br />
João Barbosa Rodrigues, e Bambusees, de 1913, escrita por F.G. Camus.</p>
<p>A diretora do Instituto afirma que as obras não têm valor comercial por serem<br />
raras e técnicas. O Instituto de Botânica pede que quem tiver informações sobre<br />
o paradeiro das raridades entrem em contato pelos telefones (11) 5073-2860 e<br />
(11) 8787-1414.</p>
<p>Fonte :Estadão</p>
<p>&nbsp;</p>
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