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Editoras perdem fôlego este ano

Editoras perdem fôlego este ano
Valor Econômico – 28/11/2014 – Por Roseli Loturco

O mercado editorial não ficou ao largo dos efeitos econômicos negativos da Copa do Mundo no Brasil e das incertezas causadas pelo processo eleitoral. Dois eventos que somados ao desempenho macroeconômico ruim e à ausência de um novo best-seller fizeram de 2014 um ano pouco animador para o setor. No ano passado, a receita dos editores chegou a R$ 5,36 bilhões, com crescimento nominal de 7,5% frente a 2012 – mas avanço real de só 1,5%. As compras do governo representam 27,6% dos negócios. “Neste ano, tivemos dois meses muito prejudicados pela Copa, que impactou o varejo como um todo. A expectativa para o final do ano é que haja uma recuperação, mas não esperamos nada excepcional por conta da atual situação econômica do país”, afirma Sônia Machado Jardim, presidente do SNEL. Apesar da ansiedade com a chegada do Natal, maior evento do calendário comercial, este é um segmento que terá que passar por mudanças e adaptações se quiser crescer. Diversificação dos canais de vendas e de distribuição de produtos é uma das adequações necessárias. Segmentação é outra. “E tem mais. O consumidor está cada vez mais exigente e o editor terá que sair da sua zona de conforto e se adaptar às novas demandas. O conteúdo agora terá que ser oferecido como, quando, onde e por quanto o consumidor quiser”, aponta Carlo Carrenho, fundador do PublishNews. Ele diz que tudo isso tem que ser feito com criatividade e inovação para que editoras menores possam se diferenciar e concorrer com as grande

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