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Confira o que está cartaz em maio – Mês dos museus

Museu do Ceará– Rua São Paulo, 51 – Centro. Horário: terça a sábado das 9h às 17h. Informações: (85) 3101-2609 / 3101-2610

Xilogravura
O Museu do Ceará reúne 27 xilogravuras, em tamanhos variados – coloridas e em preto e branco – enfocando temas relacionados à cidade de Fortaleza. A mostra do artista plástico e cordelista “João Pedro de Juazeiro” segue com visitação aberta ao público e gratuita de terça a sábado, 9h às 17h. Em cartaz até o dia 15 de maio.

Exposição permanente: “Ceará: uma história no plural”
Possui um acervo bastante variado, somando aproximadamente 15 mil peças entre moedas e medalhas, quadros, móveis, peças arqueológicas, artefatos indígenas, bandeiras e armas. Há também peças de “arte popular” e uma coleção de cordéis publicados entre 1940 e 2000 (950 exemplares). Alguns objetos se referem aos chamados “fatos históricos”, como a escravidão, o movimento abolicionista e movimentos literários, como a famosa “Padaria Espiritual”, que entrou para a História da Literatura Brasileira com especial destaque. Entre as peças de maior destaque, o Bode Iôio empalhado, figura caricata que transitava entre a Praia de Iracema e a Praça do Ferreira nas décadas de 1930 e 1940; o quadro Fortaleza Liberta, de José Irineu, que retrata a abolição da escravatura, datado do final do século XIX ; e a coleção arqueológica, com artefatos indígenas de pedra polida, lascada e cerâmicas.

“150 Anos da Comissão Científica de Exploração no Ceará”
Em cartaz a partir do dia 19 de maio, a mostra retrata em fotografias e pesquisas os 150 Anos da Comissão Científica com curadoria de Gilmar de Carvalho, cenografia de Stenio Burgos e fotografia de Francisco Sousa. O projeto foi aprovado no edital das artes da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará.

Sobrado Dr. José Lourenço – Rua Major Facundo, 154 – Centro. Horário: terça a sexta, 9h às 19h e sábado e domingo das 14h às 18h. Informações: (85) 3101-8827 e 3101-8826

Ise Araújo
Primeira mostra individual da artista Ise Araújo. São 15 obras composta por lirismo e simplicidade em recortes, pinturas e lambe-lambes que compõem a exposição Técnica Mista. A curadoria é de Dodora Guimarães. A artista – Ivanise, mais conhecida como Ise, é formada em Artes Plásticas e atua como designer. Na arte, tem buscado novas possibilidades de suportes e materiais para seus desenhos e intervenções urbanas em Fortaleza. Em cartaz até 30 de maio.

A Arte da Multiplicação
Exposição coletiva de gravuras com participação de 15 artistas, reunidos no acervo artístico do Estado do Ceará. A maioria das obras decorre de uma doação feita pelo Banco Central em 1994. Outras obras são frutos da 1ª. Bienal de Artes do Cariri, 2001, e outras de doações espontâneas. A mostra tem curadoria de Dodora Guimarães e reúne obras de Aldemir Martins, Alfredo Volpi, Cícero Dias, Clóvis Graciano, J. Borges, Maciej Babinski, Marcelo Grassman, Stênio Diniz, Bené Fonteles, Raimundo Cela, Regina Silveira, Rossini Perez, Tuneu e Zenon Barreto. Parte das gravuras pertencem do acervo artístico do Estado do Ceará. Em cartaz até 30 de maio.

Museu da Imagem e do Som – Av. Barão de Studart, 410 – Meireles. Horário: segunda a sexta das 8h às 17h . Informações: (85) 3101-1204 / 3101-1206

Fortaleza contando sua história
A exposição fotográfica “Fortaleza Contando sua História” remonta retratos antigos da cidade de Fortaleza, oferecendo novos olhares sobre a urbanização e arquitetura de época da cidade. Em cartaz até 15 de junho.

Exposição permanente: “Janela da memória”
A exposição de longa duração do MIS resgata o passado no acervo físico do equipamento, através de moviolas, lambe-lambes, filmadoras, televisores, rádios e vitrolas, além disso, o público pode viajar pela história da imagem e do som por meio de equipamentos audiovisuais e sonoros. Atualmente o acervo do MIS-CE é estimado em 150 mil peças entre música brasileira e internacional (em discos de 78, 45 e 33 e ½ rotações, CD’s e fitas cassete), imagens de Fortaleza Antiga e de outros municípios cearenses (em cromos, negativos e positivos), filmes de diretores cearenses e registros de danças e festas da cultura tradicional popular (em betacam, VHS, DVD, películas de 16mm e 35mm), depoimentos de personalidades da história do Ceará, cordéis, partituras e objetos que contam a história do desenvolvimento dos suportes audiovisuais (filmadoras de vídeo, moviolas, toca-discos, rádios e projetores de cinema).

Memorial da Cultura Cearense – Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema. Horário: terça a quinta, das 9h às 19h (acesso até às 18h30) e de sexta a domingo das 14h às 21h (acesso até às 20h30). Ingressos: R$ 2,00 / R$ 1,00. Aos domingos a entrada é franca. Informações: 85. 3488-8621.

“Ausência e Presença em Gameleira do Assuruá”

Mostra do artista plástico Bené Fonteles, que recebe o mesmo nome do livro do artista e reúne uma série de fotografias de autoria de Bené Fonteles, além de objetos pessoais, fruto da vivência e das andanças do artista na cidade de Gameleira do Assuruá, no interior da Bahia. Na maioria das imagens da exposição, entre paisagens semi-áridas, personagens, detalhes, muros e fachadas de casas diversas, nos deparamos com o mesmo tamborete que nos encara, infatigável, na entrada do espaço da exposição. O objeto, assento comum nas casas da região e também usado como instrumento percussivo em festas populares, é o fio condutor e a metáfora utilizada pelo artista Bené Fonteles para exprimir seu olhar sobre a cidade e as pessoas que conheceu, entre suas “ausências e presenças”, idas e vindas em um espaço de tempo de dois anos. O “simples” objeto acaba por criar todo um imaginário, ao mostrar a criatividade e singularidade da paisagem humana e ecológica no agreste baiano.

“Pegando a Teia: Tradição, Atrito e Ruptura”
Exposição que teve sua estreia no evento Teia Brasil 2010 – Tambores Digitais está dividida em três espaços diferentes do CDMAC: na sala direita do Memorial da Cultura Cearense (MCC), em frente à livraria e no Espaço Multiuso do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Em cartaz até 30 de maio.

“Brinquedo – A Arte do Movimento”
O Centro Dragão do Mar comprou a coleção de 1.620 peças para o acervo do Memorial da cultura Cearense e 800 delas estão expostas na mostra“Brinquedo – A Arte do Movimento”. Com a mostra, será possível voltar no tempo e conviver com a lembrança de parentes e de momentos marcantes por meio do contato com as miniaturas coloridas do mundo adulto. O resgate, proporcionado pelo acervo é acionado por caminhões de madeira, bonecas de pano, petecas, rodas-gigantes, entre outras maravilhas do artesanato.

Museu Sacro São José de Ribamar – Praça Cônego Araripe, 22 – Centro, Aquiraz. Horário: terça a sábado das 8h às 17h. Informações: (85) 3101-2818

Exposição permanente de arte sacra

Acervo de cerca de 1400 peças de arte sacra, entre missais, alfaias, imagens eruditas e populares, classificadas, nas coleções de imaginária, ourivesaria, mobiliário, paramentos, talha, impressos, anjos e diversos. O acervo é, em sua maioria, datado do século XVIII e XIX, e oriundo de localidades do Ceará, com exceção da coleção de anjos, que é do século XX e de vários países.

Exposição. “As Faces de José”.
Mostra as diferentes representações do padroeiro a partir de exposição lúdica que possibilita a interatividade do público. No acervo do MSSJR constam 17 imagens do santo fabricadas por artistas anônimos de várias partes do mundo e do Brasil, a maioria em madeira esculpida e policromada, algumas profundamente influenciadas pela tradição da imagem portuguesa de finais do século XVIII, quando o refinamento torna-se marca, quando os santos apresentam caráter personalizado em figuras esguias e elegantes, com fisionomias delicadas. Outras, por sua vez, possuem traços regionais, impregnadas do tratamento rústico e simples, características inerentes aos santeiros populares.

“De Cabeludos da Encantada a Índio Jenipapo-Kanindé: Cultura, Memória e Organização Étnica no Ceará Contemporâneo”
Reúne a história e objetos revelando um pouco da memória indígena no Ceará, no passado e no presente, a partir da trajetória dos Cabeludos da Encantada, hoje Jenipapo-Kanindé, enfatizando a diversidade cultural e o processo de organização e luta política deste grupo étnico no Ceará contemporâneo.

Museu de Arte Contemporânea – Rua Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema. Horário: terça a quinta, das 9h às 19h (acesso até 18h30), e de sexta a domingo, das 14h às 21h (acesso até 20h30). Ingressos: R$ 2,00 / 1,00. Outras informações: 85.3488.8622 / 8624.

“Pra Começo de Século”
A exposição, que comemora 10 anos do MAC, reúne 12 artistas e traça um panorama da produção contemporânea da primeira década do século XXI no Ceará, no Brasil e em outros países da América Latina. Ali, artistas que tiveram suas carreiras deslanchadas na primeira década do século XXI (período de existência do museu), fazendo assim um pequeno recorte que aborda questões que certamente contribuirão na formação do alicerce das gerações que virão.

Fonte: Secult

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