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Coletâneas resgatam produção perdida da juventude

Mandacaru e Serenata serão lançados no dia 17 de novembro

Antes de publicar O quinze (1930), Rachel de Queiroz já escrevia crônicas e poemas para jornais cearenses. Nunca, no entanto, se reconheceu poeta e renegou os versos até o fim da vida. Este período será resgatado agora com Mandacaru (Instituto Moreira Salles, 160 pp., R$ 36) e Serenata (Armazém da Cultura, 164 pp., valor a definir), ambos com lançamento previsto para 17/11. Mandacaru data de 1928 e todos os dez poemas do livro são acompanhados de fac-símiles dos manuscritos dos versos. A edição foi organizada por Elvia Bezerra, coordenadora de literatura do IMS. Já a cópia dos poemas de Serenata (1925-30) foi descoberta pelo bibliófilo José Augusto Bezerra, que mantém o Memorial Rachel de Queiroz em Fortaleza.

Fonte: Publishnews

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