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CBL e Apex mapeiam mercado internacional

Os livros infanto juvenis brasileiros têm boa receptividade nos mercados editoriais de Coreia do Sul, Peru, Reino Unido e Canadá. Na Alemanha, são vistos com o nariz torcido por causa das ilustrações e, em Portugal, a rejeição é total. Eventualmente, é preciso até mesmo investir em “traduções” para que os livros sejam aceitos. A Romênia não gosta do conteúdo e a desorganização na Rússia impede o fechamento de negócios. No quesito obras gerais – o que inclui livros técnicos, não ficção e ficção – o cenário muda um pouco. Se o conteúdo for exótico, pode despertar o interesse na França e na Alemanha. Na Espanha não tem jeito, a rejeição é imensa e, em Israel, o desconhecimento em relação ao Brasil é tão grande que não há o menor interesse nos livros brasileiros. As conclusões estão num estudo realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), em parceria com a Câmara Brasileira do Livro (CBL), para avaliar a potencialidade dos mercados editoriais em 33 países. As conclusões resultam da análise dos representantes das 42 editoras que participaram da pesquisa.

Fonte: Correio Braziliense – 29/12/2009 – Por Nahima Maciel

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