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Casa de Cora abriga museu com objetos da escritora

 

O casarão é mantido como nos tempos em que Cora o habitava. Dentro dele, o quarto com a cama simples e os vestidos pendurados na parede. Na cozinha, ainda estão lá o fogão de lenha e o tacho de cobre usado parar preparar os doces cristalizados. A bengala, que amparou Cora até os últimos dias, também continua ali. Pena que nada possa ser fotografado ou filmado.É possível ver suas fotos e cartas, assim como seus livros e a máquina de escrever. A menina, que cursou só as primeiras letras, aos 14 anos escreveu os primeiros contos e poemas sob o pseudônimo de Cora Coralina – Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas é seu nome de batismo.

Folha de S. Paulo – 30/08/2012 – Por Roberto de Oliveira

 

 

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