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Bíblia da autoajuda de Dale Carnegie na era digital

O avô de todos os livros de autoajuda, que deu origem a toda uma “indústria” dedicada ao auto-aprimoramento, está sendo modernizado para adequar-se à era do Facebook e do Twitter.

“Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas” foi publicado originalmente em 1936. A versão atualizada do livro oferece um transplante improvável de preceitos dos anos 1930 para a era moderna de mídia social e da internet.

Três quartos de um século após o original, está sendo lançado “How
to Win Friends and Influence People in the Digital Age” (como fazer amigos e influenciar pessoas na era digital). Muitos dos conselhos antigos sobre como impressionar pessoas e conquistar a amizade delas com interações cara a cara ou cartas desapareceram. Em seu lugar, há conselhos sobre como blogueiros devem interagir com seus. leitores e um aviso sobre erros comuns cometidos por celebridades ao lidar com seus equívocos públicos.
O livro original foi baseado em uma série de palestras dadas por Carnegie, que partiu de uma infância pobre no Missouri para tornar- se um dos oradores públicos mais famosos do mundo. (Paul Harris , The Guardian, traduzido e publicado pela FSP)

A atração exercida por Carnegie se devia a sua atitude sempre positiva e sua crença na ideia de que alegremente demonstrar respeito e interesse pelas outras pessoas renderia dividendos. Seu livro foi uma sensação e permanece nas listas dos mais vendidos, tendo acumulado vendas mundiais estimadas em 15 milhões de exemplares. Mas como ele se sai na tradução para o mundo digital?

Mal, segundo alguns críticos. O “New York Times” foi implacável. “Estivesse Carnegie vivo hoje para ler este livro lamentável, ele colocaria a mão no peito… sorriria palidamente por alguns instantes (ele não gostava de fazer outros se sentirem mal) e então desmaiaria, caindo sobre seus flocos de milho”, escreveu Dwight Garner. Ele desancou o uso de linguagem corporativa impenetrável, acrescentando: “Permita que eu conclua com a boa notícia. Seu livro original, não molestado, ainda pode ser encontrado nas livrarias.”

Essa reação é semelhante à de muitos especialistas em mídias sociais e relações públicas. Embora o mundo para o qual Carnegie escreveu tenha mudado ao ponto de tornar-se irreconhecível, a mensagem essencial do autor continua a ser relevante. “Funciona porque ele fala de características humanas básicas: não minta, seja direto e agradável. Facebook e Twitter aceleraram a comunicação, mas não a mudaram por completo”, opinou Ed Zitron, da TriplePoint PR, de Manhattan, especializada em mídia digital.

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